Connect with us

Negócios

Thais Mangueira revela como ter uma Jornada de sucesso na Hotelaria

Published

on

Com uma trajetória profissional consolidada ao longo de mais de 15 anos no setor de hotelaria, Thais Mangueira é uma referência no mercado de vendas e eventos, especialmente no segmento MICE (Meetings, Incentives, Conferences, and Exhibitions).

Sua paixão pela área teve início ainda na juventude, quando, diante da difícil decisão de escolher uma carreira, encontrou inspiração em sua família. A sugestão de sua tia para explorar o curso de Hotelaria revelou-se uma escolha certeira, e desde então, Thais tem trilhado um caminho de conquistas e aprendizado contínuo.

Ao longo de sua carreira, ela teve o privilégio de atuar em hotéis de luxo renomados, onde aprimorou sua habilidade em lidar com clientes de diferentes perfis, desde CEOs de grandes corporações até pequenas empresas. Entre os principais desafios enfrentados, destaca-se a necessidade de desenvolver paciência e resiliência para alcançar posições de liderança. Com dedicação e o apoio de mentores inspiradores, ela conquistou os objetivos almejados e se tornou uma profissional altamente respeitada.

O segmento MICE, em especial, despertou grande interesse em Thais devido ao impacto estratégico que os eventos e grupos exercem sobre a receita dos hotéis. O desafio de definir estratégias para otimizar a ocupação e a rentabilidade das unidades hoteleiras é uma das atividades que mais a motivam. Sua expertise permite que ela conduza negociações desde pequenos contratos até acordos milionários, sempre com foco em resultados e excelência no atendimento.

Advertisement

Como Sales Manager Cluster, ela também tem a responsabilidade de fortalecer o relacionamento com agências MICE, garantindo que os melhores negócios sejam direcionados para os hotéis que representa. Sua atuação abrange treinamentos, negociações de acordos comerciais e participação em feiras e eventos, com o objetivo de expandir a visibilidade e atratividade das propriedades. A habilidade de equilibrar a gestão de diferentes praças, como São Paulo e Rio de Janeiro, exige uma visão estratégica apurada e um profundo conhecimento do mercado.

A busca por inovação e personalização é a sua marca registrada. Um dos exemplos mais impactantes de sua abordagem criativa foi a organização de um Famtour exclusivo, no qual proporcionou uma experiência inesquecível para clientes estratégicos. Essa ação resultou em novas oportunidades de negócios e no fortalecimento dos laços comerciais.

Sua fluência em português, inglês e espanhol ampliou significativamente suas possibilidades no mercado global. Participar de eventos internacionais e conduzir negociações com clientes de diversos países são diferenciais que contribuem para o sucesso de sua atuação.

Para os jovens que desejam seguir carreira na hotelaria e eventos, a especialista aconselha a busca constante por desenvolvimento profissional, a importância da resiliência e flexibilidade, além da necessidade de dominar idiomas para se destacar em um mercado competitivo. Sua trajetória é um exemplo inspirador de como determinação e dedicação podem abrir portas e consolidar uma carreira de sucesso.

*Sobre Thais Mangueira
Thais Mangueira é uma profissional experiente no setor de hotelaria, com mais de 15 anos de atuação em vendas e eventos, especialmente no mercado MICE (Meetings, Incentives, Conferences, and Exhibitions). Formada em Hotelaria pela Universidade Anhembi Morumbi, iniciou sua carreira em atendimento ao cliente e avançou para posições de liderança em marcas renomadas.

Advertisement

Ela é reconhecida por sua expertise em planejamento estratégico, CRM e negociações. Sua atuação é marcada pela busca por inovação e excelência, alinhando flexibilidade e personalização para atender às necessidades de clientes de diversos setores. Para mais informações, acesse https://www.linkedin.com/in/thais-mangueira

Continue Reading
Advertisement

Negócios

Edan capta R$ 60 milhões para alocar em FIDC e fazer antecipação de recebíveis

Published

on

By

(Eduardo Sgobbi, Co-Founder & CEO do EDAN Finance Group)

O Edan Finance Group acaba de anunciar a estruturação de um Fundo de Direitos Creditório (FIDC) de R$ 60 milhões com o objetivo principal de fortalecer sua estratégia de parceria com os comerciantes por meio de suas maquininhas (POSs), conta digital sem mensalidade e antecipação de recebíveis de cartões. O propósito inicial da iniciativa é destinar 70% desses recursos para financiar a antecipação de recebíveis de cartão de crédito originados em estabelecimentos como farmácias, supermercados, restaurantes e casas de material de construção pela Edan Pay, a vertical de meios de pagamentos do grupo.

Recentemente a empresa lançou a ‘RAPIDINHA PIX EDAN’, uma maquininha (POS) composta por uma solução desenvolvida internamente que fixa o valor de cada transação feita com Pix em R$ 0,50, tornando o processo muito mais econômico, além de agilizar a conciliação das operações para os lojistas e prestadores de serviço.

O Co-Founder & CEO do EDAN Finance Group, Eduardo Sgobbi, explica que a estruturação de FIDCs é uma das colunas mais importantes de sustentação do planejamento estratégico da corporação que tem como foco oferecer aos lojistas soluções que o permitam trabalhar com maior liquidez financeira e menores custos.

Advertisement

“Neste sentido, temos como meta para este ano lançar outros dois FIDCs, de R$ 500 milhões cada, totalizando R$ 1bilhão para intensificar o apoio ao varejo”, diz. Sgobbi explica que outra empresa do grupo, a Edan Investment, assume a coordenação junto aos clientes não financeiros da instituição no que se refere à estruturação desses fundos.

De acordo com o executivo, a venda de recebíveis se torna vantajosa para os lojistas na medida em que, ao adotarem essa solução, eles ficam isentos da necessidade de pagar o IOF. Além disso, o deságio praticado pelo Edan é muito competitivo sendo, portanto, significativamente inferior aos juros médios do mercado que têm se tornado limitadores do crescimento das empresas.

Já para a instituição ofertante da antecipação, um dos maiores benefícios é a redução quase que absoluta do risco de inadimplência. “Além de viabilizar uma operação financeiramente saudável para nós, este fator nos permite monetizar adequadamente os investidores”, conclui.

Advertisement
Continue Reading

Negócios

Crescimento imobiliário em Brasília atrai projetos inovadores e fortalece o mercado de luxo

Published

on

By

Marina Barros comenta que Brasília se Consolida Como Novo Polo do Mercado Imobiliário de Alto Padrão

O mercado imobiliário de alto padrão em Brasília vive um momento de expansão acelerada, impulsionado pela valorização de áreas nobres e pelo aumento da demanda por empreendimentos que unem sofisticação, conforto e inovação. Entre os projetos que se destacam nesse cenário, o Reserva Jardim Botânico desponta como referência na região, consolidando o bairro como um dos mais promissores para investidores e compradores exigentes.

Especialistas apontam que a capital federal tem atraído cada vez mais empreendimentos de luxo, movimentando o setor com novas tendências e elevando o padrão de qualidade das construções. Para a corretora Marina Barros, que acumula mais de cinco anos de experiência e participação em 12 lançamentos de sucesso em Goiás, esse crescimento reflete um perfil de cliente cada vez mais seletivo.

“O mercado de alto padrão não gira apenas em torno de metragem e acabamento sofisticado. Hoje, o cliente busca exclusividade, tecnologia, sustentabilidade e um projeto que ofereça uma experiência diferenciada de moradia”, analisa Marina, que agora traz sua expertise para Brasília.

Advertisement

O Jardim Botânico desponta como um dos bairros mais promissores para o mercado imobiliário de alto padrão na capital. A região tem atraído empreendimentos inovadores, com propostas que vão além do conceito tradicional de moradia e apostam em diferenciais como amplas áreas verdes, segurança reforçada e infraestrutura moderna.

Um exemplo é o Reserva Jardim Botânico, que tem se consolidado como a nova rota do alto luxo de Brasília. O empreendimento combina arquitetura sofisticada, espaços planejados para promover qualidade de vida e uma localização estratégica, características essenciais para quem busca exclusividade.

Outro destaque na região é o *Valle das Orquídeas*, um projeto que redefine o conceito de moradia de luxo ao integrar sofisticação, natureza e bem-estar. Com uma arquitetura contemporânea, o empreendimento valoriza elementos naturais e oferece uma infraestrutura completa, com amplas áreas verdes, lazer exclusivo e vista privilegiada. A proposta une design moderno e conforto em um cenário que prioriza a qualidade de vida e a segurança.

“A valorização do Jardim Botânico é um reflexo da mudança no perfil de compradores. As pessoas querem morar em locais que ofereçam não apenas status, mas um verdadeiro refúgio dentro da cidade”, explica Marina.

O mercado de luxo em Brasília deve continuar crescendo nos próximos anos, impulsionado por um público exigente e pela busca por empreendimentos que equilibrem sofisticação e funcionalidade. Personalização dos espaços, tecnologias sustentáveis e um novo olhar sobre urbanismo e bem-estar são algumas das tendências que devem ganhar força.

Advertisement

A capital federal, com seu potencial arquitetônico e urbanístico, segue no radar de investidores e compradores de alto padrão. “Brasília tem um mercado promissor e vem se destacando nacionalmente. Acreditamos que o setor continuará aquecido, trazendo cada vez mais inovação e oportunidades para quem busca imóveis de alto padrão”, finaliza Marina.

Com um cenário dinâmico e projetos que redefinem o conceito de moradia sofisticada, Brasília se consolida como um dos principais polos do mercado imobiliário de luxo no Brasil.

Continue Reading

Negócios

Recuperação Judicial em Alta: Especialista Explica o Crescimento Recorde de Pedidos no Brasil

Published

on

By

Em 2024, o Brasil registrou o maior número de pedidos de recuperação judicial em 20 anos. Segundo dados divulgados recentemente, houve um aumento expressivo, principalmente entre micro e pequenas empresas, que representaram 78% dos casos. Para entender os desafios e perspectivas desse cenário, conversamos com a advogada e administradora judicial Jéssica Farias, especialista em recuperação de empresas.

O que é recuperação judicial?

De acordo com Jéssica Farias, a recuperação judicial é um mecanismo previsto na Lei 11.101/2005 que permite que empresas com dificuldades financeiras reorganizem suas dívidas e operações para evitar a falência. “O objetivo da recuperação judicial não é apenas proteger a empresa, mas também preservar empregos e manter a atividade econômica em funcionamento”, explica.

Ela ressalta que o processo não significa que a empresa está falida, mas sim que busca um caminho para reestruturação. “Muitas pessoas acreditam que pedir recuperação judicial é o mesmo que decretar falência, mas não é. A legislação dá alternativas para que a empresa possa se reorganizar e voltar ao mercado com mais solidez”, pontua.

Quais empresas podem solicitar recuperação judicial?

A especialista esclarece que um dos requisitos é que a empresa esteja operando regularmente há pelo menos dois anos para solicitar recuperação judicial, desde que apresente os documentos exigidos pela Lei 11.101/2005, como balanços patrimoniais, relação de credores, fluxo de caixa, entre outros. “A falta de documentação pode levar ao indeferimento do pedido, como já vimos em casos recentes, como no Mato Grosso, onde uma empresa teve o pedido negado por não apresentar os balanços contábeis completos”, destaca Jéssica.

Advertisement

Impacto da recuperação judicial nos credores e nas cobranças

Ao entrar com o pedido de recuperação judicial, a empresa obtém um período de suspensão das execuções, conhecido como “stay period”, que dura 180 dias e pode ser prorrogado. Nesse período, as cobranças e execuções judiciais são interrompidas. No entanto, nem todas as dívidas são suspensas. “Créditos com garantia de alienação fiduciária, por exemplo, não estão sujeitos à recuperação judicial, mas, se o bem for essencial para a empresa, o credor não pode simplesmente retomá-lo” durante o “stay period”, explica.

Outro ponto importante é que os pagamentos relacionados na lista de credores só podem ser feitos após a aprovação do  plano de recuperação em assembleia e/ou homologado pelo juízo. “Uma vez que o pedido é aceito, todas as dívidas sujeitas ao processo entram nesse cronograma e não podem ser pagas sem respeitar o plano de recuperação judicial”, alerta a advogada e administradora judicial.

O papel do administrador judicial

Uma figura essencial no processo é o administrador judicial, nomeado pelo juiz para acompanhar a reestruturação da empresa. “Muita gente confunde o administrador judicial com o gestor da empresa, mas são papéis distintos. O administrador judicial não assume a gestão, ele apenas fiscaliza e garante a transparência do processo”, esclarece Jéssica Farias.

Ela destaca que esse profissional é uma pessoa de confiança do magistrado, com idoneidade moral e que tenha expertise no assunto, além de seguir critérios rigorosos estabelecidos pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). “Ele tem a responsabilidade de prestar contas mensalmente e garantir que a empresa está cumprindo o plano de recuperação. Se houver descumprimento, ele deve comunicar ao juízo e requerer a decretação da falência”, afirma.

Os desafios da recuperação judicial para pequenas empresas

Embora a recuperação judicial seja uma ferramenta importante, o processo pode ser caro e burocrático. “Os custos envolvem honorários do administrador judicial, advogados e despesas processuais, o que pode ser um grande desafio para as empresas”, alerta a especialista.

Advertisement

Para minimizar esse impacto, a lei prevê condições especiais para micro e pequenas empresas, como honorários reduzidos para administradores judiciais e plano especial de pagamento.  “Mesmo assim, é essencial que o empresário avalie se esse é o melhor caminho, pois existem alternativas, como a recuperação extrajudicial, negociação direta com credores ou até mesmo aporte de capital por terceiros ou fundos de investimentos ”, pontua Jéssica.

Quando a recuperação judicial pode se transformar em falência?

Caso o plano de recuperação judicial não seja aprovado ou se a empresa não conseguir cumprir o plano homologado pelo juízo, os credores, o próprio administrador judicial ou o Ministério Público podem solicitar a conversão do processo em falência. “A falência nem sempre é a pior saída. Em alguns casos, pode ser uma forma de realocar os ativos de forma organizada para pagar credores e encerrar a atividade da empresa de maneira menos traumática”, explica.

A advogada e administradora judicial destaca que, na falência, os pagamentos seguem uma ordem de prioridade estabelecida por lei. 

O que esperar para 2025?

Para Jéssica Farias, a tendência é que o número de pedidos de recuperação judicial continue crescendo este ano, principalmente nos setores de comércio, serviços e agronegócio. “O aumento das taxas de juros, a dificuldade de acesso a crédito e o cenário econômico instável têm impactado as empresas. O empresário precisa estar atento às opções disponíveis e buscar ajuda especializada antes que a situação se torne irreversível”, conclui.

Advertisement

A recuperação judicial pode ser uma ferramenta poderosa para reestruturação financeira, mas exige planejamento, comprometimento e acompanhamento técnico para evitar que o remédio se transforme em veneno.

Continue Reading

Mais Lidas

Copyright © TimeOFFame - Todos os direitos reservados