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Simony sobre feat entre seu filho e a cantora Emilia Pedersen: “Acho incrível”

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Com as novas medidas restritivas para tentar frear o aumento de casos e mortes causadas pela Covid-19, as lives, que despontaram como grande tendência do entretenimento durante o primeiro ano da pandemia, voltaram com tudo. Nesta quinta-feira (18), por exemplo, Simony bateu um papo descontraído sobre vida e carreira com Emilia Pedersen.

Aos 19 anos, a atriz, cantora e compositora dinamarquesa fala quatro idiomas, conhece mais de sessenta e cinco países, é ativista social em prol de crianças carentes pelo mundo, especialmente no Brasil, e dona dos hits “Turn It Up”, “Missing Myself” e “Skyline”, que figurou entre as dez mais tocadas na categoria pop internacional, segundo levantamento da Crowley.

Nessa mistura de talentos, ela acabou comentando sobre outras duas novidades: a participação no longa-metragem “Diários de Intercâmbio”, protagonizado por Larissa Manoela e com estreia prevista para ainda este ano pela Netflix, e a parceria com Daniel Jobim, neto do compositor Tom Jobim, na faixa “The Girl from Ipanema”, uma nova versão da clássica “Garota de Ipanema”.

Ao parabenizá-la pelos novos projetos, a ex-integrante do Balão Mágico ficou de apresentar o trabalho de Ryan Benelli, seu filho mais velho, que canta trap, uma vertente do rap e hip-hop: “Depois, pode ver se a gente faz um feat entre vocês dois. Acho que vai ser incrível, principalmente por terem a mesma idade”. “Ai, que lindo. Claro! Seria bem legal”, sinalizou Pedersen, mostrando que sabe se virar muito bem em português.

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Conheça MC Predileto da periferia ao palco do sucesso

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Joéliton Fernandes, conhecido artisticamente como MC Predileto, trilhou um caminho de superação e fé desde os primeiros acordes na periferia de Chapada dos Guimarães, MT, até se tornar uma inspiração para milhares de seguidores nas redes sociais.

Nascido em um ambiente de desafios e sonhos, Joéliton descobriu sua paixão pela música aos 10 anos, após a perda de seu pai. A poesia se tornou sua válvula de escape e a música, sua voz para expressar sentimentos profundos.

https://www.instagram.com/influenciadordejesus

Aos 11 anos, imerso na efervescência das festas e eventos da cidade, Joéliton se deparou com o funk e decidiu abraçar o estilo como MC. Apesar das incertezas e da desaprovação inicial de sua mãe, ele persistiu, enfrentando a dura realidade de um gênero musical ainda estigmatizado em sua comunidade.

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Em meio às adversidades, sua fé em Deus sempre foi inabalável. Mesmo nos momentos mais sombrios, como o acidente de moto que o deixou com graves lesões, incluindo a perda de dentes, Joéliton enxergou a mão divina em sua vida, sem deixar que as dificuldades o desviassem de seu propósito.

A virada em sua trajetória veio de forma inesperada, quando um vídeo ao lado de sua mãe, ressaltando a importância materna, viralizou nas redes sociais, catapultando-o para a visibilidade digital. Com milhares de seguidores e o apoio de sua comunidade virtual, Joéliton viu uma luz no fim do túnel para realizar o tão sonhado tratamento odontológico.

A generosidade de um seguidor, somada à intervenção providencial de um profissional, possibilitou a transformação não apenas de seu sorriso, mas também de sua perspectiva de vida. Decidido a seguir os planos de Deus, Joéliton abraçou uma nova identidade como influenciador de Jesus, renunciando ao título de MC Predileto e optando por propagar sua mensagem de fé e esperança.

Em um mundo onde as tentações e os desafios são constantes, Joéliton encontrou sua verdadeira vocação: ser um exemplo de que é possível conciliar os sonhos terrenos com a missão espiritual. Marcos 8:36 ecoa como um lembrete constante de que, no fim das contas, a salvação da alma é o verdadeiro tesouro a ser conquistado.

MC Predileto deixou seu legado nos palcos do funk, mas é como Influenciador de Jesus que ele está construindo uma história de impacto e transformação, inspirando outros a também encontrarem o seu propósito maior, pois, como ele mesmo declara, “Jesus está voltando”.

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Grafiteira Nathê Ferreira, lança obra que retrata mulheres negras nordestinas

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A obra “meu sangue é negro, mas minha alma é de barro” é uma das mais marcantes frases de um dos maiores ícones do artesanato pernambucano,conhecida como Ana das Carrancas

A proposta desta obra parte da frase “meu sangue é negro, mas minha alma é de barro”,dita por Ana das Carrancas, mestra artesã do barro, ribeirinha de Petrolina, uma das homenageadas deste painel, que traz como mote a relação da terra como matéria prima e subsistência, do artesanato como Arte, reconhecimento e proteção para mulheres negras nordestinas. E para completar a ideia trazemos outra mestra pernambucana, Maria Amélia de Tracunhaém, da Zona da Mata do estado.

Maria Amélia (1923-2022), brincava com o barro desde os 8 anos de idade, pois seu pai também era mestre louceiro. Este brincar ativou sua criatividade para desenvolver de forma única as representações de santos e santas, de rostos ovalados, mantos pregueados e delicadamente ornamentados, focando nas simbologias da liturgia católica popular nordestina, durante seus próximos 90 anos.

Já Ana louceira, “dama do barro”, Ana das Carrancas, muitos os títulos atribuídos à Ana Leopoldina dos Santos (1923-2008), também tinha herança familiar do barro. Mas sai do sertão de Ouricuri, fugindo da seca e viúva com duas filhas para tentar a vida, avista nas embarcações do Rio São Francisco, as Carrancas, as esculturas de madeira que representam criaturas míticas “assustadoras” que são colocadas nas proas dos barcos para espantar os maus espíritos do rio.

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Quando começou a expor seus trabalhos na feira, as carrancas foram motivo de piada por seu aspecto rústico e uso do barro. Ela só seria reconhecida como artista nos anos 70, onde assim como Maria Amélia, tiveram seus trabalhos reconhecidos em várias galerias, salões e museus do Brasil e do mundo, contribuindo para a preservação da memória e transmissão de saberes e fazeres tradicionais por várias gerações, tanto que em 2006 e 2011, respectivamente, as duas recebem o título de Patrimônio Vivo de Pernambuco.

Quando falamos da História das Mulheres Negras nas Artes Visuais no Brasil não encontramos nenhum registro das precursoras. Sabemos que os homens negros estavam desde o movimento barroco esculpindo, e as mulheres brancas abastadas conseguem acessar a partir de 1892 a Escola Nacional de Belas Artes do Rio de Janeiro, mas em que época as mulheres negras são consideradas artistas e são reconhecidas por suas produções?

“São por esses questionamentos e por ser uma mulher negra artista, pois não estudei sobre essas mulheres na escola, mesmo sendo pernambucana, necessário que a população reconheça e valorize artistas populares e mulheres negras artistas,que encontraram no barro natural, material de fácil acesso, aberturas de portas para a liberdade e resgate da suas humanidades, além de introduzir o reposicionamento de concepções imagéticas e posturas políticas, que colaboraram tanto para a população brasileira majoritariamente não-branca como o Estado repensar a importância do protagonismo feminino negro e popular na construção de uma sociedade mais democrática”, afirma Nathê Ferreira.

Dessa forma, a composição do mural os rostos das duas artistas e seus principais trabalhos, a Nossa Senhora da Conceição de Maria Amélia e a Carranca originária de Ana, duas obras que juntas representam proteção que vem do feio/assustador e do belo/sublime. Para composição do fundo, a artista trouxe referência às raízes das plantas que crescem no ecossistema do mangue, onde muitos artesões tiram o barro, e as cores arroxeadas, que fazem alusão à Orixá feminina Nanã Buruku, a mais velha, aquela que detém o poder da lama e impulsionou a existência para que o homem fosse esculpido, e assim sendo a protetora das vovós e das mais velhas, que se conecta bem com a vida das artesãs. “Porque tudo que nós queremos é força, fé e proteção, à nossa saúde e bem-viver. É com esse desejo que trago essa mensagem para o prédio da Cohab de Sapopemba, Zona Leste de SP”, conclui a pernambucana Nathê.

Aos 29 anos, a pernambucana Natália Carvalho Ferreira, ou apenas Nathê, é grafiteira, educadora social e ativista. Formada em Licenciatura em Artes Visuais pela UFPE (Universidade Federal de Pernambuco), iniciou sua carreira no grafite por influência de mulheres da área.

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Sobre Nathália Ferreira, ou “Nathê”:

Aos 29 anos, é criada na Cohab 1 de Jaboatão dos Guararapes e reside hoje na colônia de pescadores Z2 de Paulista, Pernambuco. Grafiteira, educadora social, e formada em Licenciatura de Artes Visuais na UFPE com pós em Arte-Educação. Reflete sobre as representações da imagem da mulher negra em seus trabalhos na Rua, na Academia e nas Redes. É a mulher com um dos maiores painéis pintados nas ruas da cidade do Recife atualmente, já viajou pelo Brasil e recentemente para o Peru, em diversos festivais de Arte Urbana. Integra os coletivos Afronte, Kardume, Trovoa e Ilê Asé Aganjú Aséobá. Nathê, vive entre as periferias de Jaboatão e Paulista, cidades de Pernambuco. Grafiteira, ativista e educadora formada em Licenciatura de Artes Visuais (UFPE). Reflete sobre as representações da imagem da mulher negra em seus trabalhos, levando a palavra da Arte de Rua.

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João Gomes, Mano Walter, Zezo, Toque Dez, Eduardo Costa, Heitor Costa e Alcymar Monteiro são destaques da Festa dos Vaqueiros de Milagres

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A cidade de Milagres, situada no coração da Bahia, se prepara para sediar a edição 2024 de um dos seus maiores eventos, a Festa dos Vaqueiros. A ocasião mais aguardada do ano por moradores de toda a região será entre 26 e 28 de abril e promete superar as expectativas, com grandes atrações, mesclando tradição e modernidade.

Reconhecida como uma das melhores festas do gênero em todo o Brasil, a Festa dos Vaqueiros de Milagres não decepciona quando o assunto é entretenimento. Este ano, o palco será ocupado por nomes como Zezo, Heitor Costa, Eduardo Costa, João Gomes, Toque Dez, Mano Walter e Alcymar Monteiro. A programação também reserva espaço para talentos regionais, como Lucas Viana, Danniel Vieira, Zay Rios, Bruno Lima e Michell Moraes, entre outros.

Além da música, a festa traz uma fusão entre tradição e modernidade. Um grande encontro de paredões, reunindo apaixonados por carros de som automotivo de todo o Brasil, promete agitar os amantes de adrenalina e boa música. Enquanto isso, os grupos de vaqueiros, vindos de diversas cidades da região, mantêm viva a essência e o espírito da festa, montados em seus cavalos, celebrando a cultura e a tradição do sertão baiano.

“A Festa dos Vaqueiros de Milagres é mais do que uma simples celebração; é a representação da nossa cultura, da nossa identidade como povo sertanejo. Este ano, estamos preparando uma festa inesquecível, que vai unir tradição e modernidade, honrando os nossos vaqueiros e proporcionando momentos de alegria e diversão para todos os que nos visitarem. Venham celebrar conosco e vivenciar toda a energia e a hospitalidade que Milagres tem a oferecer!”, diz o prefeito Cézar de Adério.

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