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Seguir gurus da internet é “roubada” para quem quer viver de day trade

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Conselho é dado pelo trader Lucas Gabriel Assis, de Minas Gerais. Para ele, fórmulas ensinadas nas redes sociais só funcionam uma ou duas vezes, depois só resulta em perda financeira

“Fuja dos gurus da internet. A maioria deles só quer pegar o seu dinheiro”. O conselho é do trader Lucas Gabriel Assis, de Belo Horizonte-MG, que atua pela mesa proprietária TC Star Desk. Segundo ele, é preciso ter bastante conhecimento e preparo psicológico para enfrentar as variações do mercado financeiro. Acreditar nas fórmulas ensinadas pelos influencers é um erro porque, na maioria dos casos, não funcionam. Ele ressalta, porém, que a mesma internet disponibiliza cursos sérios, gratuitos e pagos, e plataformas de operação seguras para quem é iniciante.

“Raramente você vai encontrar uma pessoa que esteja verdadeiramente disposta a ensinar como o mercado funciona. Claro que há um ou outro influencer sério, mas a maioria está ali para tomar dinheiro, para vender cursos que funcionam uma ou duas vezes e depois só levam a perdas. Sinceramente”, afirma Assis. Ele comenta que os influencers costumam apresentar aos seguidores indicadores “mágicos” que na verdade falham muito.
“Não existe fórmula mágica. Indicador falha. Eu prefiro trabalhar com base em gráfico, mas ele também falha. Assim, conhecimento e persistência dentro deste mercado é que vão fazer as pessoas terem sucesso”.

Controle emocional

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Ao iniciante no segmento, o mineiro aconselha estudar bastante sobre o mercado para só depois começar a operar. Para não ser enganado por influenciadores, ele indica fazer cursos disponibilizados por mesas proprietárias como o TC Star Desk, que são bem técnicos e sem fórmulas mirabolantes. No entanto, para Assis, por mais conhecimento que se tenha, o controle emocional é o mais importante para não fracassar.

“Claro que exige muito estudo. Mas na hora de operar, o mercado é 70% emocional. O restante é técnica, porque técnica é fácil de aprender. Agora, decidir quando não clicar e quando clicar, esse é o problema que exige uma condição psicológica totalmente em ordem”.

Outra dica dada pelo trader é não operar com dinheiro próprio. “Hoje temos a opção de fazer day trade por meio de mesa proprietária. Isso é muito bom, porque o profissional não arrisca o próprio dinheiro. Ele usa o dinheiro da mesa, que assume o prejuízo caso ele ocorra. É uma forma muito interessante de adquirir experiência e calibrar o emocional. Depois de uns meses a pessoa se sente segura o bastante para arriscar seu capital, pois já sabe como gerenciar riscos”, reforça.

Mesa proprietária

Assis conheceu o mercado financeiro em 2020, por meio de um amigo. Mas só começou a operar através da mesa proprietária TC Star Desk em fevereiro deste ano. Com uma história semelhante ao da maioria dos traders, ele arriscou logo que foi apresentado ao setor, praticamente sem conhecimento algum. “Iniciei operando conta real, mas foi uma quebradeira total. Perdi dinheiro, voltei a arriscar e perdi de novo. É que eu meio que operava como se fosse um viciado, mas mercado financeiro não é jogo de sorte e entendi que precisava aprender mais”, conta.

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Segundo o CEO da mesa proprietária TC Star Desk, Antonio Marcos Samad Júnior, é preciso estabelecer um plano de operação antes de se aventurar e isso exige conhecimento. O problema é que a pressa e o sonho de ganhar dinheiro rápido faz com que os interessados nesse segmento pulem etapas e percam dinheiro.

“As pessoas reclamam das estatísticas que são desfavoráveis ao day trade, mas elas falham ao se jogarem no mercado sem compreender como ele funciona. É preciso estudar a respeito e, com algum conhecimento, definir uma estratégia de operação. Se der certo e ganhar dinheiro ótimo, mas se ao contrário houver perda, ela estando dentro daquilo que foi estipulado não há problema, porque isso faz parte. Dá para recuperar no dia seguinte. O que não pode é permitir que o prejuízo seja maior do que o estipulado”, explica o executivo.

Samad diz que no começo de sua carreira, há mais de 20 anos, ele também perdeu dinheiro com day trade. Naquela época havia menos informação disponível e o único jeito de operar era por meio de uma corretora e arriscando o próprio capital. Hoje é fácil se informar e há meios de não colocar o próprio dinheiro em risco. “A internet oferece cursos gratuitos e pagos e o surgimento das mesas proprietárias permite operar com o dinheiro da mesa. Assim, o trader aprende, adquire experiência sem correr o risco de ter de assumir o prejuízo”.

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Mudanças velozes: inovação e adaptação são cruciais

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*Por Jéssica Farias

Vivemos em uma era marcada por mudanças rápidas e constantes. A cada dia, somos confrontados com novos desafios e oportunidades, exigindo uma capacidade de adaptação sem precedentes. Em meio a cenários turbulentos, a velocidade das transformações torna-se um fator crítico para a sobrevivência e o sucesso das organizações e indivíduos.

Segundo um estudo da consultoria McKinsey, a pandemia de COVID-19 acelerou a adoção de tecnologias digitais em até sete anos. Empresas que antes hesitavam em adotar o trabalho remoto e ferramentas digitais foram forçadas a se adaptar rapidamente para sobreviver. Este fenômeno não é isolado: a velocidade das mudanças no mercado, impulsionada pela inovação tecnológica, está reformulando setores inteiros.

A pesquisa “Future of Jobs” do Fórum Econômico Mundial aponta que, até 2025, 85 milhões de empregos poderão ser substituídos por máquinas, enquanto 97 milhões de novos papéis mais adaptados à nova divisão do trabalho entre humanos, máquinas e algoritmos podem surgir. Este cenário impõe uma urgência na requalificação e no desenvolvimento contínuo de habilidades. A capacidade de aprender e se adaptar rapidamente tornou-se uma competência essencial no mercado de trabalho moderno.

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Em um artigo publicado na Harvard Business Review, os autores destacam que a agilidade organizacional é um diferencial competitivo em tempos de mudança. Empresas ágeis são aquelas que conseguem rapidamente realocar recursos, ajustar estratégias e se reestruturar para responder às novas demandas do mercado. A pandemia serviu como um teste de estresse para essa agilidade, evidenciando a necessidade de estruturas flexíveis e lideranças adaptativas.

Por outro lado, a velocidade das mudanças também traz desafios significativos. Em um estudo da Deloitte, 61% dos executivos entrevistados afirmaram que suas organizações estão “lutando para acompanhar” o ritmo das mudanças tecnológicas. A falta de infraestrutura adequada, resistência à mudança e a escassez de habilidades são alguns dos principais obstáculos enfrentados. Além disso, a pressão para inovar rapidamente pode levar a decisões precipitadas, sem a devida consideração das implicações de longo prazo.

A instabilidade política e econômica também contribui para a turbulência dos cenários atuais. A guerra na Ucrânia, por exemplo, tem provocado impactos significativos nas cadeias de suprimentos globais e na segurança energética, destacando a vulnerabilidade das economias interconectadas. A inflação crescente em diversas partes do mundo adiciona uma camada extra de complexidade, exigindo políticas econômicas ágeis e eficazes.

No entanto, em meio a essa turbulência, surgem oportunidades de transformação e crescimento. A aceleração das mudanças pode ser um catalisador para a inovação, impulsionando o desenvolvimento de novas soluções e modelos de negócio. Empresas que conseguem antecipar tendências e adaptar suas estratégias de maneira proativa têm maior chance de prosperar em um ambiente volátil.

A resiliência organizacional, portanto, é crucial. De acordo com um estudo da PwC, empresas resilientes são aquelas que conseguem não apenas sobreviver a crises, mas também sair fortalecidas. Elas investem em cultura organizacional, comunicação transparente e estratégias de longo prazo, equilibrando a necessidade de respostas rápidas com a visão de futuro.

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Em conclusão, os cenários turbulentos e as mudanças velozes impõem desafios e oportunidades sem precedentes. A capacidade de adaptação, agilidade e resiliência são atributos essenciais para navegar em tempos incertos. O debate sobre como melhor se preparar para essas mudanças é crucial, pois o ritmo acelerado das transformações continuará a redefinir o panorama global, exigindo de todos nós uma mentalidade de constante aprendizado e inovação.

*Jéssica Farias é advogada e administradora judicial

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Como alavancar as vendas do seu restaurante no frio

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Executivas da Multichef explicam que baixas temperaturas também são um momento propício para atrair clientes 

A estação mais gelada do ano está chegando. A partir de 21 de junho, o inverno começa e, com ele, temperaturas muito mais baixas. Há muitas pessoas que preferem o aconchego do lar nessa época, mas também há os que adoram aproveitar as particularidades que apenas o frio oferece, por isso é a fase ideal para atrair esses clientes. 

Segundo Mislene Lima, especialista em encantamento ao cliente e  líder de vendas do Grupo Simão, empreendimento com mais de 30 anos de tradição que reúne nove empresas e mais de 100 funcionários, o inverno é uma fase do ano em que os restaurantes podem aproveitar para dar uma modificada no menu. “Que tal oferecer um bom buffet de sopas ao longo dos meses gelados, por exemplo? Ou um rodízio de fondue? Não há quem não goste”. 

A executiva complementa que as sopas e fondue podem vir acompanhados de uma boa taça de vinho, possibilitando aos clientes uma noite agradável e saborosa no inverno. 

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De acordo com Lidiane Bastos, CEO do Grupo Simão, além da modificação no cardápio, é fundamental que os restaurantes invistam em publicidade e promoções específicas para os dias de baixas temperaturas. “As pessoas precisam saber que haverá um menu diferenciado, por isso vale a pena investir esforços nas redes sociais e fazer parcerias com estabelecimentos próximos”, diz. 

A decoração também deve ser bem pensada para atrair mais clientes nesta fase do ano. “Um novo menu, ainda que temporário, pede pratos e taças sofisticados, que deem um toque a mais na mesa. Temos muitos utensílios maravilhosos que fornecemos aos restaurantes”, diz Mislene. 

A executiva também sugere o uso de velas, candelabros, aquecedores e até mantinhas, especialmente na parte externa. “Além de um menu saboroso e único e da decoração que salta aos olhos, é imprescindível oferecer conforto, dessa forma os clientes tendem a voltar mais vezes na estação mais gelada do ano”, finaliza. 

Mislene Lima é especialista em encantamento ao cliente e  líder de vendas do Grupo Simão, empreendimento com mais de 30 anos de tradição que reúne nove empresas e mais de 100 funcionários.

Lidiane Bastos é administradora de empresas e CEO do Grupo Simão, empreendimento com mais de 30 anos de tradição que reúne nove empresas e mais de 100 funcionários.

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Sobre o Grupo Simão
O Grupo Simão reúne as marcas Olaplastic e Simão Distribuidora  e tem como missão levar praticidade para o dia a dia, oferecendo uma ampla variedade de produtos, desde embalagens e utensílios de cozinha até descartáveis e equipamentos diversos. Com mais de 30 anos de tradição, integra nove empresas e mais de 100 funcionários.  Acesse o site.

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Referência em Direito Tributário, Renata Bilhim inaugura escritório em Alphaville

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De acordo com a advogada, o projeto irá redefinir os padrões de excelência na consultoria tributária, proporcionando um serviço rigoroso e adaptável às necessidades de mercado

No próximo dia 25 de junho, São Paulo será palco da inauguração da Bilhim Educação e Consultoria Tributária, empresa com um time especializado em tributação que oferece soluções personalizadas para clientes em todo o Brasil. O escritório fica localizado na Alameda Mamoré, 687, em Alphaville.

Sob a liderança de Renata da Silveira Bilhim, figura que é referência no setor de direito tributário com mais de 25 anos de experiência, a Bilhim traz uma proposta inovadora que alia excelência técnica e uma abordagem mais humanizada. “A ideia é oferecer um serviço que vá além das expectativas tradicionais da consultoria tributária, integrando soluções com estratégias de mercado e educação continuada”, revela a fundadora. 

Consistência, precisão e exclusividade

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Para a especialista, a atenção aos detalhes é fundamental na entrega de serviços de alta qualidade. “Contar com uma comunicação clara e eficaz com os clientes é um passo essencial, garantindo que todas as nuances sejam compreendidas e aplicadas corretamente”, afirma.

A Bilhim foi criada para oferecer um ambiente que reflete sofisticação e exclusividade. “Cada interação com o cliente é tratada com o máximo cuidado, garantindo que suas necessidades sejam atendidas com soluções personalizadas e de alta qualidade. Não se trata apenas mais uma consultoria no mercado, mas sim uma parceira estratégica, que agrega valor e confiança aos negócios”, pontua.

Adaptabilidade, inovação e valor de mercado

Renata acredita que a capacidade de adaptação é fundamental para lidar com as constantes mudanças regulatórias. “A Bilhim está preparada para enfrentar esses desafios, oferecendo soluções que evoluem com as necessidades dos clientes e as exigências do mercado”, declara.

Com a visão de Renata, a inauguração da Bilhim representa o início de uma nova era para a consultoria tributária e a educação empresarial. “Estamos nos posicionando para liderar o setor, oferecendo soluções que verdadeiramente atendem e superam as expectativas dos clientes”, revela.

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A chegada da Bilhim em Alphaville combina uma vasta experiência com uma abordagem inovadora e focada nos clientes. “Iremos redefinir os padrões de excelência na consultoria tributária e na educação empresarial, proporcionando um serviço que é, ao mesmo tempo, rigoroso e adaptável às necessidades de um mercado que passa por constantes mudanças”, finaliza.

Sobre Renata Bilhim 

Renata da Silveira Bilhim é advogada tributarista há mais de 25 anos atuando nas áreas contenciosa e consultiva. Atuando como empresária, é sócia da Bilhim Educação e Consultoria Tributária, sócia da Bilhim Treinamentos, sócia fundadora da Bilhim Advocacia Tributária e sócia da CST Engenharia e Construções. Além disso, é ex-conselheira do CARF, palestrante internacional, Doutora em Finanças Públicas, Tributação e Desenvolvimento pela UERJ e professora convidada nos cursos de MBA da FGV, EMERJ, PUC e IBMEC.

É autora de inúmeros artigos e capítulos de livros, em destaque para os de sua integral autoria, como “Pragmatismo e Justificação da Decisão Judicial” e “Planejamento Tributário no CARF Pós-Zelotes”.

Para mais informações, visite o Instagram ou pelo linkedin.

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