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Negócios

Como não ser escrava do seu escritório de advocacia

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A advogada e empreendedora serial Andressa Gnann dá orientações para as mulheres advogadas que querem ter sucesso na área

O sucesso de um escritório de advocacia não acontece por acaso. É preciso ter um bom planejamento estratégico, habilidades eficazes de gestão, marketing e vendas, além de, é claro,  compromisso com a excelência e especialidade. Muitas advogadas sentem dificuldade ao entrarem no mercado de trabalho e até desistem da profissão. Para mudar esse cenário é preciso pensar na advocacia como um empreendimento como qualquer outro.

Segundo Andressa Gnann, advogada expert em Direito de Família para mulheres e sócia fundadora do escritório Gnann e Souza Advogados, a advocacia por si só possui grande concorrência. Ela explica que, no Brasil, há mais de 1 milhão de advogados, sendo que, no caso das advogadas mulheres, muitas vezes, além do trabalho, ainda precisam dar conta de casa, filhos e estudos. “Elas ficam sobrecarregadas e tendem a desistir. Isso acontece em todas as profissões. E sabemos como é difícil o início da advocacia! Para quem ainda concilia com a maternidade, como é meu caso, sobreviver e se manter na advocacia é uma arte”, argumenta.

De acordo com Andressa, quem pretende seguir com a profissão de forma autônoma e quer ter flexibilidade para conciliar carreira com a maternidade, deve investir em alguns pontos iniciais importantes. “Primeiramente, entenda que seu escritório de advocacia é uma empresa, mesmo que você trabalhe sozinha. Aprenda a técnica sobre um nicho ou uma área específica, mas acima de tudo, aprenda sobre gestão e marketing ou tenha um sócio(a) que a complemente”, explica.

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Para a advogada, gestão, marketing, vendas e foco em uma especialidade são fundamentais para o escritório se manter competitivo frente à concorrência. “Ainda existem muitos advogados que não entenderam como é a nova advocacia e acreditam que saber a técnica é suficiente”, diz.

A advogada e empreendedora também reforça a importância do networking. “Existem três formas de networking que ajudam para o crescimento. A primeira é estar nos lugares em que seus clientes estão; a segunda é ter parceiros em outras áreas; e a terceira é ter mentores, pessoas que já passaram pelo o que você passou e que cresceram na área. Esqueça aquela competitividade desnecessária que nos é passada desde a faculdade. Se inspire e cresça mais rápido, você não precisa reinventar a roda”, sugere.

Outro ponto relevante mencionado pela fundadora do escritório Gnann e Souza Advogados é o investimento em marketing. “É fundamental desenvolver uma presença forte na internet para atrair clientes e mostrar o que o escritório pode oferecer, tudo isso, dentro das regras da OAB. Além disso, mantenha sempre uma comunicação clara e transparente com os clientes, de forma com que eles sintam confiança em seu trabalho”, conclui.

Sobre Andressa Gnann

Andressa Gnann é mãe, advogada, empreendedora serial, com paixão pela instrução e empoderamento feminino. Também é reconhecida por suas habilidades de liderança, ética, resolução de problemas, criatividade e principalmente como estrategista. É sócia fundadora do escritório Gnann e Souza Advogados que é expert em Direito de Família para mulheres e referência nacional, reconhecido como Melhores do Ano em Advocacia e Justiça e com prêmio Quality Justiça. Ela já ajudou a mudar a vida de milhares de famílias, Para mais informações, acesse o site ou pelo instagram.

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Jovem Davi Lucas Marques: Uma Jornada de Superação e Fé

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Davi Lucas Marques, 36 anos, natural de Tanabi, interior de São Paulo, compartilhou sua emocionante história de luta e redenção. Originário de uma família simples, Davi enfrentou desafios desde tenra idade, sendo submetido a castigos severos que marcaram sua infância. Apesar das adversidades, sua determinação e coragem foram marcas registradas em sua trajetória.

Ao mudar-se para São José do Rio Preto em busca de oportunidades de trabalho, Davi encontrou não apenas novas experiências, mas também desilusões e más influências que o levaram ao abismo das drogas. A loló e a cocaína se tornaram seus vícios, resultando na perda de tudo que tinha, inclusive amigos e entes queridos.

Davi enfrentou o fundo do poço durante seus 11 dias em um leito hospitalar, à beira da morte. Porém, sua fé inabalável em Deus o sustentou, mesmo diante das traições e maquinações de pessoas próximas que buscavam sua destruição por meios ocultos.

Mas a intervenção divina foi evidente na vida de Davi, como ele relata em um momento de aflição em um quarto de motel, cercado pela iminência da prisão injusta. Sua prece foi ouvida quando, diante da presença da tropa policial, inexplicavelmente os oficiais se retiraram, permitindo-lhe uma segunda chance para uma nova vida.

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Davi reconhece esse episódio como um sinal divino e decide dedicar o resto de seus dias a servir a Deus e levar Sua palavra aos confins da terra. Sua experiência transformadora serve como inspiração para todos que enfrentam batalhas pessoais e buscam a redenção através da fé.

A história de Davi Lucas Marques é um testemunho de esperança e resiliência, um lembrete de que, mesmo nos momentos mais sombrios, a luz da fé pode iluminar o caminho rumo à recuperação e renovação espiritual.

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Negócios

Corecon-SP realiza debate online “A Nova Indústria Brasil (NIB)”

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Encontro terá participação de especialistas em economia da entidade e do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE)

A TV Economista transmite, nesta quinta-feira (25), às 11h, o debate “A Nova Indústria Brasil (NIB)”. Com moderação de Luiz Guilherme Gerbelli, repórter de economia do Estadão, o encontro vai discutir como o Plano Nova Indústria Brasil pode contribuir para impulsionar, com responsabilidade fiscal, o crescimento econômico e a agenda de neo-industrialização e de economia verde. Participam do debate os economistas e conselheiros do Conselho Regional de Economia de São Paulo (Corecon-SP), Alessandra Ribeiro e Haroldo da Silva, e o coordenador do DIEESE (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), Luis Paulo Bresciani.

Durante o encontro, os espectadores poderão enviar perguntas e interagir com os especialistas. A transmissão acontece de forma simultânea no canal do TV Economista no YouTube (https://www.youtube.com/watch?v=xq8i1gzSs2A) e nas redes sociais do Corecon-SP (Facebook e LinkedIN)

O debate é uma iniciativa do ‘Fórum Jovens Economistas’ e das Comissões de ‘Economia em Debate’, ‘Mulher Economista’ e ‘Conjuntura Econômica’ do Corecon-SP e conta com apoio institucional do DIEESE.

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Gcorp Trading: Por que estamos vivendo um corrida Internacional pelo Ouro

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– A Commodity mais complexa de todas.

O Mercado Internacional, desde o final do ano de 2022 está vivenciando uma verdadeira corrida pelo Metal mais nobre e conhecido de todos os tempos: Ouro.

Fomos atrás de uma das maiores especialistas e vendedoras de Ouro do Mercado Internacional, a Gcorp Trading, conhecida mundialmente por sua credibilidade, profissionalismo e capacidade de entrega das suas commodities para compreendermos: Estamos vivendo mais uma Era do Ouro?!

Em entrevista com o CEO da Gcorp Trading, Dr. Rodrigo Pavan, advogado empresarial internacional, especialista em antifraude e compliance, nos explicou como funciona o mercado internacional e porquê, realmente, SIM, há uma corrida desenfreada pelo Ouro (Au), no atual cenário geopolítico internacional.

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“… O Mercado de Au (Ouro) sempre foi um mercado de estabilidade econômica entre a produção mundial legalizada e o consumo. O Au serve para lastrear moedas e ser Reserva Cambial de Governos, Reserva de Capital e Lastro Financeiro de Bancos, Investidores e Outros. Existe grandes mercados consumidores, tais como: Oriente Médio, Ásia, Europa e USA, além do mercado de alto luxo em todo o mundo. É o metal mais nobre de todos os tempos, mas não o de maior valor monetário. Ele se encontra no Grupo dos 05 metais mais preciosos do mundo, junto com a Prata e os metais do Grupo da Platina (que são os mais valiosos do mundo), mais escassos e com aplicações diferentes no mercado mundial.

Porém, em tempos de instabilidade econômica internacional, instabilidade do sistema bancário, alta volatilidade de moedas internacionais, conflitos armados e ameaças de guerras; a corrida pelo metal aumenta muito, gerando assim, um colapso entre a capacidade produtiva legalizada x demanda, podendo gerar o que mais encontramos no mercado: A tentativa vendas e compras não ortodoxas ou de origens duvidosas.

A Gcorp Trading, como vendedora internacional, exige do produtor/minerador todos os registros da produção/extração, legalização e pagamentos dos tributos correspondentes, além de somente trabalharmos com Au 100% legalizado em todos os Órgãos Competentes (Agências Federais, Banco Central, Polícia Federal e Receita Federal), desde a sua extração, seu refino e transferência logística, utilizando as empresas referências mundiais no setor”.
Outro aspecto destacado pelo CEO da Gcorp ao explicar sobre o Ouro (Au): “Trata-se de uma commodity extremamente valorizada e de fácil manejo e aceitação mundial. O nosso compliance exige uma criteriosa análise do comprador, sua prova de capacidade financeira (P.O.F), recursos 100% bancários dentre dos Top 18 Bancos Mundiais, garantia bancária internacional (SBLC), conhecimento pleno das atividades do comprador, evitando assim possíveis compradores com recursos oriundos do tráfico internacional de drogas, tráfico de armas, organizações criminosas, lavagem de dinheiro ou outros ilícitos, sendo obrigatória a manutenção prévia até a entrega da commodity a não alteração da sua forma/derretimento), visto que todos os lotes são rastreados até o pagamento final, razão pela qual, somente trabalhamos com Contratos Extensivos de 12 meses e não fazemos vendas de oportunidade (spot sell) ou realizamos trials.

O Au como commodity é vendido em barras físicas e não em título bancário. Assim, toda a segurança é mantida junto aos produtores/mineradores e aos Órgãos de Controle Internacionais, como a Interpol. A Gcorp Trading é inflexível quanto ao conhecimento do comprador e seus procedimentos operacionais. Não há espaços para “jeitinhos”, conversas ou desvirtuamento do objetivo final. A venda somente ocorrerá dentro dos parâmetros legais exigidos pela Gcorp, que possui relação direta com produtores/mineradores internacionais com capacidade produtiva de mais de 5.000kg por mês”.

Em tempos de instabilidade economia e geopolítica mundial podemos ter uma grande “corrida pelo ouro”, mas não significa que os compradores conseguirão burlar o sistema de compra/segurança, ainda mais com uma empresa fornecedora real, que dispõe do metal, mas que somente trabalha no estrito cumprimento da Lei Brasileira e Internacionais e não abre mão dos seus procedimentos. Por isso, a Gcorp Trading não para de se destacar no cenário mundial.

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https://www.instagram.com/gcorptrading?igsh=MXU0dnF2MGV3dDlwNw==

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