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Anka Brasil estreia com “Noite Fria” Lançamento sexta, dia 09 de julho, nas plataformas digitais

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Era uma vez um garoto gaúcho que amava os Beatles, os Rolling Stones e Creedence Clearwater Revival, mas que também ouvia Cesar Passarinho, Leopoldo Rassier e João Chagas Leite. Entre as fontes do nativismo e do rock’n’roll, foi em Cat Stevens e Raul Malo (vocalista e compositor da country band The Mavericks) que Anka Brasil encontrou o “elo” que precisava para moldar suas referências.  O rock foi uma presença tão forte a ponto de proporcionar um projeto de releituras de Elvis Presley numa banda cover. Mas sua essência – como ele gosta mesmo de dizer –  é a música do sul.

Focando em seu processo autoral entre 2018 e 2019, compôs a grande maioria das músicas que agora integram seu primeiro disco, “Noite Fria”. Com um estilo definido como regional romântico, suas letras falam de relacionamentos, das dores ou da felicidade do amor, de separações e reencontros, dos segredos e sonhos que despertam os corações. Personalizadas por sua voz de registro grave, com domínio de dinâmica e intensidade, suas músicas encontraram na produção de Veco Marques exatamente o que ele procurava para encorpar a intenção de suas canções.

O que se ouve é uma sonoridade tipicamente regional do sul, com um adorno romântico arquitetado por uma linhagem delicada e folk. Querendo ou não, Anka criou seu próprio jeito de amarrar os sentimentos do coração em baladas com nítidas influências platinas. Não por acaso uma de suas canções tem letra em espanhol, insinuando nuances do pampa uruguaio e argentino em sua inspiração.

O selo Ímã Records apresenta o disco de estreia de um cantautor romântico.  “Noite Fria” inicia com um recado certeiro logo na primeira faixa, “Amar ou Ser Amado”: “eu não tenho planos pra nós dois, não me interessa o depois, quero ser feliz algumas horas”. Se o seu coração está partido ou não, pouco importa para Anka Brasil. Ele chega de forma autêntica e honesta para cantar sobre decepções amorosas, as esperanças acesas de novas paixões ou sobre os sonhos de quem idealiza sua cara-metade.

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Tudo indica que a música romântica brasileira acaba de ganhar uma nova página. Anka Brasil é uma novidade pedindo atenção. Se é verdade que canções de amor derretem qualquer coração, seu disco é uma ótima companhia para aquecer uma noite fria.

                                                                                                                          Antonio Meira                                                               

                                                                       Diretor Artístico | Selo Ímã Records

Anka Brasil é uma novidade no segmento regional romântico. Cantor e compositor gaúcho, seu disco de estreia “Noite Fria” chega às lojas digitais no dia 09 de julho. E mais, já chega também no palco: dia 07 de agosto, sábado, às 21h, tem livestream de lançamento do álbum “Noite Fria” na Cubo Play, plataforma cultural com transmissão ao vivo de espetáculos, entrevistas e debates: www.cuboplay.com.br

Para saber mais: plataformas Digitais ANKA

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https://linktr.ee/ankabrasil

www.ankabrasil.com.br

Instagram: https://www.instagram.com/anka.brasil/

Live de lançamento do álbum “Noite Fria”

Quando: sábado, dia 07 de agosto, às 21h

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Local: Plataforma Cubo Play  (www.cuboplay.com.br)

Para acessar ao show em agosto, cadastre-se direto na Cubo Play.

Ingressos à venda na plataforma. Valor do acesso virtual: R$ 15,00.

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Sheila Mello esbanja carisma em Premiação realizada na Convenção 2022 da Emagrecentro em Louveira / SP

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No último final de semana, sendo dias 19, 20 e 21 de maio, foi realizada a Convenção de edição 2022 da Clinica Emagrecentro, que foi realizado no Hotel Estância Santa Mônica, na cidade de Louveira, no interior da cidade de São Paulo.

O evento que foi extremamente glamuroso e preparado com muito carinho para os melhores franqueados de todas as unidades da Clinica Emagrecentro de todas as regiões do Brasil, contou com a organização de Sanauá Peixoto e Diego Peixoto, além da empresa Meraki e das ilustres presenças VIPs de Sheila Mello e Pedro Superti, fundador do Movimento de Diferenciação e autor do best-seller ‘Ouse Ser Diferente’.

Nem mesmo o frio que fazia na ocasião, desanimou a participação da eterna loira do Grupo É o Tchan, a qual é uma das garotas propaganda da rede, em poder comparecer ao evento para entregar os troféus aos destaques do ano e brindar este momento muito importante ao lado do Dr. Edson Ramuth, o CEO da clínica.

Dr Edson Ramuth e Sheila Mello – Foto: Kauan Forte / Renato Cipriano – Divulgação

A Emagrecentro é uma empresa pioneira no mercado Brasileiro que investe em pesquisa, inovação e tecnologia, guiando-se sempre pelos pilares da ciência e da ética, para oferecer excelência em seus serviços, produtos e tratamentos de: estética, saúde e bem-estar.

Ao longo de 36 anos de existência, a rede já atendeu mais de 3 Milhões de clientes em mais de 294 unidades, distribuídas em 23 estados brasileiros.

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Atualmente a Emagrecentro é considerada a maior Rede de Clínicas de Emagrecimento e Estética das Américas.

Crédito das Fotos: Kauan Forte / Renato Cipriano – Divulgação

Sheila Mello em Premiação da Emagrecentro - Foto: Kauan Forte / Renato Cipriano - Divulgação

Sheila Mello em Premiação da Emagrecentro – Foto: Kauan Forte / Renato Cipriano – Divulgação

Premiação Excelência 2022 da Emagrecentro - Foto: Kauan Forte / Renato Cipriano - Divulgação

Premiação Excelência 2022 da Emagrecentro – Foto: Kauan Forte / Renato Cipriano – Divulgação

Premiação Excelência 2022 da Emagrecentro - Foto: Ricardo Freire C. de Oliveira / Renato Cipriano - Divulgação

Premiação Excelência 2022 da Emagrecentro – Foto: Ricardo Freire C. de Oliveira / Renato Cipriano – Divulgação

Sheila Mello - Foto: Kauan Forte / Renato Cipriano - Divulgação

Sheila Mello – Foto: Kauan Forte / Renato Cipriano – Divulgação

Sheila Mello - Foto: Kauan Forte / Renato Cipriano - Divulgação

Sheila Mello – Foto: Kauan Forte / Renato Cipriano – Divulgação

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Em entrevista, professor do Centro de Estudos e Pesquisas no Ensino do Direito da Uerj comenta os efeitos da nova Lei de Improbidade

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Mestre em Direito Público, Rodrigo Zambão é professor do Centro de Estudos e Pesquisas no Ensino do Direito da Uerj (Ceped/Uerj). Em entrevista, ele comenta a Lei 14.230/21, sancionada pelo presidente Jair Bolsonaro no fim de outubro, que alterou a tipificação do crime de Improbidade Administrativa. O jurista vê pontos positivos e negativos nas mudanças, ressaltando que é natural haver ajustes na legislação. “Há espaço para potencializar o que a Lei da Improbidade traz de positivo e questionar aspectos que podem dificultar a punição de agentes desonestos”, argumenta o jurista.

 

1)Fala-se muito em um “apagão da administração pública” por causa de supostos excessos da atual Lei de Improbidade e do Ministério Público, o que justificaria as mudanças feitas no Congresso. O caminho era realmente mudar a lei?  

 

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O “apagão da Administração Pública” – ou “apagão de canetas” – representa um fenômeno de paralisação na atuação de agentes públicos em razão do medo de responsabilização excessiva. Trata-se de fenômeno presente na realidade de muitas estruturas administrativas, em todos os níveis da federação. Mas é necessário reconhecer que o citado “apagão” não é decorrência de causa única. Não pode ser atribuído exclusivamente ao Ministério Público e a excessos eventualmente verificados no manejo de ações de improbidade. O Ministério Público é uma instituição essencial ao Estado Democrático de Direito e deve permanecer dotado de independência e estrutura para bem desempenhar suas funções constitucionais. Na verdade, a inércia administrativa tem mais ligação com a existência de uma pluralidade de instâncias de controle, que não raro atuam de forma não dialógica e sobreposta. E isso, também não raro, compromete a boa gestão pública e atinge muitos agentes públicos bem intencionados, que não são imunes ao cometimento de erros. O problema maior de um controle desproporcional é que ele gera estagnação e dificulta a inovação na Administração Pública. O medo da responsabilização excessiva realmente produz paralisia.

Dito isso, enxergo a alteração legislativa como uma tentativa de se calibrar o controle em razão da imputação de atos de improbidade. A novidade legislativa pode contribuir para melhorar o estado de coisas, mas certamente não resolverá o problema do “apagão” como um todo.

 

2) Como o senhor vê as mudanças feitas? Quais são os principais aspectos positivos e negativos?

 

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A alteração na lei de improbidade há muito vinha sendo objeto de estudos em setores especializados. É natural que leis sejam objeto de modificações e ajustes ao longo do tempo. O grande problema é que a atual modificação despertou paixões, uma espécie de “fla x flu” no direito público brasileiro. Eu prefiro reconhecer que há argumentos legítimos e bem intencionados de parte a parte. E a nova lei, como tudo na vida, tem pontos positivos e negativos. Como ponto positivo, eu enxergo a reafirmação da ideia de que a improbidade administrativa não pode ser associada a toda e qualquer infração praticada por agente público. Nem toda atuação desviada de agentes públicos deve ser caracterizada como improbidade. Há diferentes níveis de responsabilização de agentes públicos, e a improbidade, com sanções extremamente gravosas, está em nível elevadíssimo, abaixo apenas da responsabilidade criminal. Em termos mais diretos: a lei traz uma tentativa de evitar a banalização da improbidade administrativa.

No aspecto negativo, enxergo com preocupação a complexa discussão sobre a possibilidade de aplicação do novo prazo prescricional a ações em curso, circunstância que poderá deixar atos realmente ímprobos sem a devida punição. A matéria será decidida pelo Supremo Tribunal Federal em sede de Repercussão Geral, sob a relatoria do Ministro Alexandre de Moraes.

 

3) No texto final, foi acrescentado um dispositivo para exigir dolo em casos de nepotismo. A tendência, na sua opinião, é os casos de nomeação de parentes aumentarem?

 

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Realmente um dos temas polêmicos da alteração legislativa, sobretudo pelo fato de que o nepotismo é algo objetivo, ou seja, basicamente a nomeação de parentes para exercícios de funções comissionadas ou de confiança, em contrariedade aos princípios constitucionais da moralidade, impessoalidade e eficiência. Por isso a perplexidade de muitos no que diz respeito à exigência do dolo.

Só que é necessário fazer uma ressalva. A alteração legislativa não torna o nepotismo algo legítimo. Na verdade, o que a lei consagra é que nem todo nepotismo será caracterizado como improbidade, sem que isso automaticamente represente impossibilidade de responsabilização em outras esferas.

Tenho a esperança de que a alteração legislativa não representará um retrocesso, já que o combate ao nepotismo é uma conquista recente na história constitucional brasileira. Ao fim e ao cabo, o abandono do nepotismo deveria ser algo cultural e não jurídico.

 

4) Como é possível provar dolo em casos de improbidade?

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O dolo sempre foi a regra para caracterização de atos de improbidade, a exceção daqueles causadores de dano ao erário, relativamente aos quais se admitia a responsabilização por culpa grave. O que lei passa a exigir é o chamado dolo específico, ou seja, a vontade livre e consciente de alcançar o resultado ilícito tipificado.

A exigência do dolo específico vai tornar mais onerosa a construção do lastro probatório necessário – uma justa causa – para o ajuizamento de ações de improbidade. E a obtenção de provas em matéria de improbidade é realmente algo relevante, considerada a intensidade das punições.

Mas a forma de se provar o dolo não vai mudar tanto assim. O dolo continuará a ser validamente extraído de uma pluralidade de situações, notadamente das circunstâncias em que praticado o ato e das condutas especificamente reveladas pelo agente público.

 

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5) Quais as implicações de apenas o MP ter o condão de apresentar casos de improbidade?

 

Sou especialmente crítico da previsão de legitimidade exclusiva para o Ministério Público. É um tanto quanto questionável que se prive o ente lesado, por intermédio do seu órgão de advocacia pública, do ajuizamento de ações de improbidade, especialmente quando em jogo dano ao erário. A modificação legislativa também cria danos sistêmicos no tratamento do combate à corrupção. Enfraquece a atuação dos órgãos de advocacia pública na negociação e celebração de acordos de leniência, por exemplo.

É relevante registrar que em sede de Ação Direta de Inconstitucionalidade, também sob a relatoria do Ministro Alexandre, foi concedida medida cautelar para suspender os efeitos da legitimação exclusiva, dentre outros argumentos, pelo fato de que representaria um retrocesso no combate à corrupção.

Ainda assim, caso ao final seja mantida a previsão da legitimidade exclusiva, a consequência mais imediata é que ela forçará um maior diálogo entre órgãos administrativos de controle e o Ministério Público, que deverá ser constantemente municiado de elementos para instauração de inquéritos e ajuizamento de ações de improbidade.

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6) Como essa questão é tratada internacionalmente? Há algum modelo em que poderíamos nos espelhar?

 

Difícil endereçar o tema internacionalmente, já que cada país tem estruturas de controle compatíveis com as suas respectivas realidades. O que eu arriscaria dizer é que dificilmente encontraremos países com tantos (e tão poderosos) órgãos de controle como no Brasil. E mais: também não há exemplos de tamanha interferência externa no campo da gestão pública, no controle de políticas públicas, como no país. Trata-se de ponto que deve ser continuamente objeto de reflexão e de ajustes legislativos.

 

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7) O senhor tem alguma proposta de mecanismos para proteger a coisa pública mas que, ao mesmo tempo, não afastem as pessoas da política?

 

Também é um tema muito complexo. Não há providência milagrosa. Ainda assim, penso que o grande desafio reside justamente na criação de incentivos adequados para atração de pessoas de bem e tecnicamente qualificadas para cargos públicos, especialmente os de natureza política.

Só que um automatismo sancionador e um punitivismo exacerbado acabam criando incentivos invertidos. O medo de responsabilização desproporcional afasta bons quadros de instâncias administrativas e políticas. Não podemos transformar cargos públicos em armadilhas. Meu desejo é que a alteração da lei de improbidade contribua para a mudança do estado atual de coisas. Se os resultados serão alcançados, só o tempo dirá.

 

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8) Temos um sistema burocrático ou leniente, na sua opinião?

 

O sistema é muito dos dois, mas eu arriscaria dizer que é mais burocrático do que leniente. Temos um Estado agigantado, caro, lento e muitas vezes insensível a resultados dele esperados. E a solução para a ineficiência da máquina pública também passa pelo que afirmei acima: a necessidade de criação de incentivos para incorporação de indivíduos bem intencionados e devidamente qualificados para o desempenho de funções públicas de todos os tipos.

No campo da leniência, registro que não enxergo na alteração legislativa a criação de uma “lei da impunidade”. Há espaço para potencializar o que ela traz de positivo, e, pelos caminhos institucionais adequados, questionar aspectos que podem dificultar a devida punição de agentes públicos desonestos.                                                                    

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Breno Rodrigues celebra convite para comandar o “Cuide Mais de Você”

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Breno Rodrigues, prestigiado cirurgião-dentista de Pernambuco, que já recebeu em seu consultório celebridades como o ex-jogador Rivaldo e o ex-participante dos realities “The Circle” (Netflix) e “A Fazenda 12” (RecordTV) JP Gadêlha, está na contagem regressiva para a estreia do “Cuide Mais de Você” nas manhãs de sábado da TV Nova, emissora associada à TV Cultura, a partir de junho. 
 
Na companhia da jornalista Danielly Cavalcanti, ele apresentará o programa, que é voltado para a qualidade de vida e mostra como é possível integrar os bons hábitos no dia a dia, sem impor fórmulas radicais ou metas inatingíveis. “Abordaremos temas relacionados às saúdes física e psíquica, ao bem-estar e ao conhecimento que ajude a trazer maior produtividade aos espectadores”, destacou o profissional.

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