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Anna Dalmei celebra novo passo na produtora Valence Filmes e integra equipe de pesquisa e desenvolvimento

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A renomada atriz, diretora e roteirista Anna Dalmei inicia um novo capítulo em sua carreira ao integrar a equipe de Pesquisa e Desenvolvimento da Valence Filmes, a produtora idealizada por seu amigo e parceiro criativo Matheus Galdino. A talentosa artista, com uma trajetória que transita entre o Brasil e o cenário internacional, assume agora a responsabilidade de dar os fundamentos para as próximas obras audiovisuais e teatrais da produtora, reforçando seu compromisso com a arte e a inovação.

A Valence Filmes, que celebra três anos de existência neste mês de Julho, já se consolidou no mercado com diversas produções de destaque, como “Ostium“, “Cabresto Digital“, “Solos” e “Corra Nina, Corra“. Sob a liderança de Matheus Galdino, ator, roteirista, produtor e advogado, a produtora tem se destacado pela qualidade de suas obras e pelo prestígio alcançado em festivais, como o Rio Web Fest 2024, com indicações de melhor elenco e atriz para Ana Semião, e melhor trailer para “Corra Nina”. A corporação também expandiu seus horizontes com a Valence Tablado, dedicada a produções teatrais, com novidades aguardadas para 2026. A colaboração entre artistas e a ambição de transformar o mundo são os pilares que movem a Valence.

Anna Dalmei expressa sua alegria e honra em fazer parte da equipe fixa da produtora, com a qual já havia colaborado anteriormente como atriz e na equipe de direção. “Nesse mês de junho, fui convidada para fazer parte dessa produtora que amo tanto, que é de um grande amigo e artista. Está sendo uma honra integrar uma equipe tão especial e maravilhosa”, afirma Dalmei.

A paixão de Anna pelo estudo e pela busca de informações foi um fator decisivo para sua atração pela área de Pesquisa e Desenvolvimento. “A parte de pesquisa especificamente me atrai porque eu amo estudar sobre assuntos variados, então buscar informações e destrinchá-las é algo que amo fazer. Foi o casamento perfeito”, explica a artista.

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Em seu novo papel, Anna Dalmei será responsável por conduzir estudos aprofundados sobre os temas dos projetos, levantando informações e pautas que possam ser abordadas. Esse trabalho, realizado em conjunto com o restante da equipe, visa criar o argumento de cada projeto, formando a base sólida para o desenvolvimento das produções. “É uma área muito importante do processo de desenvolvimento de projetos”, ressalta Anna, enfatizando a relevância da pesquisa e desenvolvimento para a produção de filmes e demais obras atualmente. “É o que dá o fundamento do projeto, a base, a raiz. Antes do projeto entrar em pré-produção, ele obrigatoriamente passa por pesquisa e desenvolvimento. É uma grande responsabilidade, que aceito com muita gratidão e sede por aprender cada vez mais”, completa.

Com uma carreira marcada pela versatilidade e reconhecimento internacional, Anna Dalmei, natural de São Paulo, já morou em Nova Iorque (EUA) e Gyeongsan (Coreia do Sul), experiências que enriqueceram sua visão artística e expandiram seu trabalho. 

Com atuações premiadas em diversos países, incluindo Estados Unidos, Reino Unido e França, Anna é um nome promissor na indústria. Desde cedo, sua conexão com a arte foi evidente, solidificada por uma infância imersa em cinemas, teatros e museus. 

Entre seus trabalhos de destaque estão “The Cure” (“A Cura”), que lhe rendeu um Leão de Bronze em Cannes em 2024, a série “Ostium” (em pós-produção) e “Horrorscope” (longa-metragem também em pós-produção), no qual também atuou como co-diretora. Recentemente, a atriz comemorou a estreia da série “El Regreso de mi Esposo a la Grandeza”, gravada em espanhol e disponível na plataforma Reelshort.

Com fluência em português e inglês, e avançado em espanhol e básico em coreano, Anna Dalmei está envolvida em diversas produções que serão lançadas em 2025, incluindo as séries “Ostium” e “Corra Nina, Corra!”, além do curta “Solos” e do longa-metragem “Horrorscope”.

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Neste novo desafio na Valence Filmes, Anna Dalmei espera colaborar de forma significativa. “Espero que eu possa contribuir da maneira mais pura possível, ajudando a entender pautas, sanando dúvidas e questionando temas. Espero aprender muito e agregar, nem que seja em 1%, aos projetos que levantaremos no futuro”, finaliza Anna.

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Mistério na areia: mulher é flagrada de biquíni e máscara em praia de Santa Catarina

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Uma cena inusitada chamou a atenção nesta quinta-feira (21) na praia dos Ingleses, uma das mais movimentadas de Santa Catarina. Uma mulher desconhecida surgiu usando apenas um biquíni fio dental e uma máscara preta cobrindo boa parte do rosto.

A mulher chegou acompanhada, estacionou o carro discretamente, fez uma troca rápida de roupa no próprio veículo e, em seguida, e se esticou na areia. Durante duas horas, tomou sol, pediu bebidas em barraca próxima, entrou no mar e manteve a postura de quem parecia não se importar com os olhares curiosos.

O detalhe que mais intrigou os frequentadores foi a combinação ousada: corpo à mostra e rosto coberto. Por ali, donos de barracas disseram que ela é vista sempre. A mulher deixou a praia sem pressa e foi embora como se nada tivesse acontecido.

Nas redes sociais, já circularam fotos de uma mulher parecida, com a mesma máscara, mas em um supermercado e farmácia. Não se sabe se é alguma famosa se disfarçando ou apenas alguém que quer aproveitar a praia sem ser reconhecida.

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Fotos: Adilson Tapi / Ag. ExplodiuBR

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Carioca Luiza Repsold França ganha destaque na equipe curatorial de importantes exposições nos Estados Unidos

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A arte brasileira está cada vez mais valorizada internacionalmente, com grandes mostras em museus e galerias em países europeus e nos Estados Unidos. Em paralelo, uma nova geração de curadores também vem se destacando em grandes instituições norte-americanas, conquistando posições em conceituadas instituições. 

Entre esses profissionais está a carioca Luiza Repsold França. Graduada em História da Arte pela Universidade da Pensilvânia e Mestre em História da Arte pelo Williams College e The Clark Art Institute, Luiza tem uma extensa pesquisa sobre o papel da costura nas obras têxteis dos artistas brasileiros Arthur Bispo do Rosário, Rosana Paulino e Sonia Gomes. Além de realizar projetos curatoriais com grandes nomes da cena contemporânea global, seu olhar para a história da arte é voltado para o Brasil e América Latina, como foco na valorização de artistas e narrativas historicamente marginalizadas, em especial a importância histórica da preservação e transmissão de conhecimento por meio do manual. 

Atuando na equipe de curadores do Philadelphia Museum of Art, um dos mais importantes museus dos Estados Unidos, seu mais recente trabalho é a mostra “Pauline Boudry/Renate Lorenz: Moving Backwards”, uma instalação de vídeo imersiva que combina dança urbana e coreografia moderna com a cultura underground queer e táticas de guerrilha. Está em visitação no Museu até 29 de setembro.

Luiza também é co-curadora de uma instalação monumental do artista ganês El Anatsui, composta por mais de 200 elementos suspensos, feitos a partir de lacres de alumínio reciclados. A obra aborda temas como o comércio global, identidades pós-coloniais e os impactos do consumo excessivo sobre o meio ambiente. 

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Seu currículo no mundo da arte impressiona para uma profissional tão jovem, com passagens pelos El Museo del Barrio e Cooper Hewitt Smithsonian Design Museum, ambos em Nova Iorque, e Museu de Arte do Rio – MAR. 

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Luísa Locher fala sobre o Dia do Ator: “É um ofício que exige entrega, escuta, coragem e um estudo constante”

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No 19 de agosto comemora-se o Dia do Ator, data importante para entender a relevância da arte e da cultura no país e no mundo. A atriz Luísa Locher avalia seu compromisso com a arte de interpretar. Com uma trajetória marcada pela dedicação, sensibilidade e versatilidade, Luísa relembra o impacto da atuação em sua história e na construção de narrativas que inspiram, emocionam e transformam o público.

Para ela, o Dia do Ator é todos os dias, porque é uma escolha que se faz diariamente, porém essa data é um lembrete do porquê ela escolheu essa profissão. “É um ofício que exige entrega, escuta, coragem e um estudo constante. É emprestar meu corpo e minha voz, estudar a vida, as experiências e ter a honra de viver várias vidas dentro de uma, é também romper silêncios e dar nome a tantas histórias e ao que tantas vezes foi apagado. Atuação é uma arte milenar, temos que ter consciência da grandeza desse legado”, reflete. 

Natural de São Carlos (SP), Luísa descobriu sua paixão pela arte ainda na infância e, desde então, vem acumulando experiências nos palcos e nas telas, transitando entre o teatro, o audiovisual e a direção. 

Presença feminina

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Em sua visão, ser mulher no audiovisual hoje é fazer parte de uma geração que está reescrevendo as regras do jogo, criando redes de apoio, ocupando espaços de liderança e inspirando outras mulheres a fazerem o mesmo. “Apesar dos avanços conquistados nas últimas décadas, ainda enfrentamos uma indústria marcada por desigualdades de gênero, tanto em frente como atrás das câmeras. Na atuação, os estereótipos de gênero ainda limitam muitos personagens femininos. A hipersexualização, a ausência de protagonismo complexo ou a recorrente figura da mulher como suporte emocional do protagonista masculino ainda são padrões que se repetem. Felizmente, isso vem sendo desafiado por criadoras e criadores que entendem o poder da narrativa”, afirma. 

Luísa acompanhou muitas mudanças nos últimos anos e uma maior presença das mulheres no audiovisual, por isso ela comenta que, quando iniciou, já era perceptível uma movimentação de mulheres buscando ocupar mais espaços, mas que na prática, ainda era visível o quanto a estrutura da indústria era, e em muitos casos ainda é, dominada por homens, especialmente em cargos de direção, roteiro, fotografia e liderança de equipe. “Com o tempo, fui testemunhando uma mudança visível: hoje vejo mulheres atuando com protagonismo em todas as frentes, dirigindo, escrevendo, operando câmeras, liderando equipes, tomando decisões artísticas e estratégicas. Há um desejo genuíno de construir um audiovisual mais inclusivo, diverso e principalmente justo”, aponta.

No que diz respeito à arte de contribuir para transformar a forma como a sociedade vê as mulheres, a atriz acredita que a arte tem o poder de transformar percepções, questionar padrões e abrir espaços. Além disso, ela enxerga as artes como uma ferramenta essencial para romper estereótipos, revelar verdades invisibilizadas e ampliar o olhar coletivo. “Durante muito tempo, as mulheres foram retratadas através do olhar de outros. Mas quando nós mesmas escrevemos, dirigimos, atuamos e criamos, mostramos camadas que por muitas vezes eram ignoradas”, observa.

Influências da carreira

Nesta data especial, Luísa também diz quais são suas referências na dramaturgia que a inspiram: “Viola Davis, pela força visceral. Ela tem uma presença que atravessa, que não pede permissão para existir em cena. Meryl Streep, pela versatilidade e inteligência com que constrói suas personagens é uma atriz de pesquisa e escuta profunda. Fernanda Montenegro é uma referência viva de dignidade artística. Ela representa não só o talento, mas o compromisso com a arte como linguagem de pensamento e sensibilidade. Ouvi-la falar sobre teatro é, por si só, uma aula sobre o valor da cultura. Alessandra Maestrini, além de ser uma potência vocal e cênica, me toca profundamente pela inteligência emocional e artística com que conduz suas escolhas. Ela transita entre o drama e o humor com rara elegância, sempre com alma e presença”, confessa.

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Luísa ainda dá um conselho para mulheres que desejam atuar e criar suas próprias obras: “Não espere que te deem permissão para existir artisticamente. Se você sente o chamado, honre isso. Estude, pesquise, e principalmente: não se diminua diante do processo. Criar dá medo, claro. Mas é justamente nesse medo que mora a força de quem se arrisca. Como atriz e criadora, aprendi que atuar é emprestar o corpo e a voz, mas criar é emprestar a alma. E você pode – e deve – fazer os dois”, finaliza.

Atualmente, além dos projetos como atriz, Luísa também tem explorado sua veia artística em outras áreas e reforça sobre a importância de expandir seu olhar para além da atuação. O reconhecimento de seu trabalho é fruto de uma trajetória construída com propósito, verdade e respeito pela arte.

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