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Carioca Luiza Repsold França ganha destaque na equipe curatorial de importantes exposições nos Estados Unidos

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A arte brasileira está cada vez mais valorizada internacionalmente, com grandes mostras em museus e galerias em países europeus e nos Estados Unidos. Em paralelo, uma nova geração de curadores também vem se destacando em grandes instituições norte-americanas, conquistando posições em conceituadas instituições. 

Entre esses profissionais está a carioca Luiza Repsold França. Graduada em História da Arte pela Universidade da Pensilvânia e Mestre em História da Arte pelo Williams College e The Clark Art Institute, Luiza tem uma extensa pesquisa sobre o papel da costura nas obras têxteis dos artistas brasileiros Arthur Bispo do Rosário, Rosana Paulino e Sonia Gomes. Além de realizar projetos curatoriais com grandes nomes da cena contemporânea global, seu olhar para a história da arte é voltado para o Brasil e América Latina, como foco na valorização de artistas e narrativas historicamente marginalizadas, em especial a importância histórica da preservação e transmissão de conhecimento por meio do manual. 

Atuando na equipe de curadores do Philadelphia Museum of Art, um dos mais importantes museus dos Estados Unidos, seu mais recente trabalho é a mostra “Pauline Boudry/Renate Lorenz: Moving Backwards”, uma instalação de vídeo imersiva que combina dança urbana e coreografia moderna com a cultura underground queer e táticas de guerrilha. Está em visitação no Museu até 29 de setembro.

Luiza também é co-curadora de uma instalação monumental do artista ganês El Anatsui, composta por mais de 200 elementos suspensos, feitos a partir de lacres de alumínio reciclados. A obra aborda temas como o comércio global, identidades pós-coloniais e os impactos do consumo excessivo sobre o meio ambiente. 

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Seu currículo no mundo da arte impressiona para uma profissional tão jovem, com passagens pelos El Museo del Barrio e Cooper Hewitt Smithsonian Design Museum, ambos em Nova Iorque, e Museu de Arte do Rio – MAR. 

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Moto de Ouro 2025 destaca os melhores do setor em sua 26ª edição

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Evento acontece no Distrito Anhembi e tem a apresentação de Marquês

A tradicional premiação Moto de Ouro, promovida pela Revista Motociclismo, chegou à 26ª edição reconhecendo 24 categorias, entre 15 de Produto, cinco de Imagem e quatro de Pilotos. O público elegeu as marcas e modelos de destaque em uma ampla pesquisa realizada com leitores da revista, que registrou aproximadamente 7.000 votos.

O apresentador escolhido para conduzir o Moto de Ouro 2025 foi Marquês, profissional que leva ao palco mais de dez anos de atuação como locutor e comunicador, com passagens pela Massa FM, Tri FM, Programa Canta Comigo, Centros Culturais Vila Madalena e Pompéia e pelo canal Music Box Brazil.

A volta de Marquês ao comando da premiação — função que já desempenhou na edição de 2019, realizada no Salão Internacional Duas Rodas — reforça a conexão construída com o evento. Ele comenta a oportunidade:

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“É um privilégio fazer parte desta grande premiação, onde milhares de consumidores votam em diversas categorias. É, sem dúvida, um evento muito importante para a indústria e para os consumidores. Recebi com carinho o pedido para conduzir este celebrado evento ao lado de profissionais que nutro profunda admiração. É uma grande responsabilidade. Agradeço à Revista Motociclismo pelo convite.”

Serviço:
Local: Salão Internacional do Automóvel, distrito Anhembi
Dia 28.11.25
A partir das 16h

(Foto: Divulgação)

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Hélio Amaral, o ator gari, integra o elenco de “As Cinzas de Mairu”

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Conhecido por estrelar na televisão e no streaming, ator mostra sua versatilidade no palco

A peça “As Cinzas de Mairu” chega ao público trazendo uma narrativa potente sobre retomada indígena, memória e transformação. Entre os destaques do elenco está Hélio Amaral, conhecido como o ator e gari, que dá vida a Beto, um homem negro do circo conectado com a ancestralidade. Sua presença no espetáculo amplia o diálogo sobre representatividade, reafirmando a potência da arte como espaço de encontro de histórias diversas e plurais.

Com texto de Silvio de Andrade e direção de Jessyca Meyreles, a peça conta a história de Lili, uma jovem urbana que, acompanhada das cinzas da mãe, parte do Rio de Janeiro rumo à Floresta Amazônica. No caminho, enfrenta o irmão e a patroa da mãe, enquanto busca se reconectar com sua ancestralidade indígena. Inspirada em uma história pessoal, a montagem aborda temas de luto, resistência e reencontro com as raízes que habitam cada um de nós.

A dramaturgia dá corpo a um elenco de cinco atores em cena: três indígenas, um homem negro e uma mulher branca — composição que reflete a diversidade e a potência simbólica da proposta. Dividem o palco com Hélio Amaral as atrizes e atores Clarisse Dessaune, Yumo Apurinã, Aline Stefânia e Monique Vaillé.

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“As Cinzas de Mairu” tem ainda assistência de direção de Juliana França e direção de movimento de Camila Rocha. O espetáculo tem classificação indicativa de 12 anos (A12) e marca sua estreia no Rio de Janeiro, como ponto de partida para uma jornada que promete novos desdobramentos e circulação.

Com o apoio da Secretaria Municipal de Cultura do Rio de Janeiro, a iniciativa reafirma o compromisso com a valorização da memória, da ancestralidade e das artes como espaço de resistência e transformação.

“Este espetáculo é reconhecimento da intersecção que pulsa no Brasil desde os primeiros até a contemporaneidade ”, destaca o ator.

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Sacerdote Leonardo Caputi fala sobre o Oráculo de Exu e a importância da seriedade na Quimbanda

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O sacerdote Leonardo Caputi, uma das principais referências da Quimbanda no Brasil, vem ganhando destaque com seus cursos e métodos exclusivos dentro da tradição. Ele, que possui inúmeros filhos espirituais e iniciados, recentemente compartilhou com o público especializado o método do Oráculo de Exu 4+1, uma abordagem que vem transformando a forma como muitos se conectam com as entidades.

Segundo Leonardo, o oráculo – quando devidamente consagrado – é muito mais do que um jogo ou simples ferramenta: “Na Quimbanda, precisamos de seriedade. O oráculo é uma chave de comunicação com o espírito. Ele revela caminhos, afasta perigos, mostra possibilidades de cura, e aponta direções claras quando utilizado com respeito e preparo”, afirma o sacerdote.

Todos os dias, Leonardo realiza consultas espirituais com o Oráculo de Exu para pessoas de diferentes lugares do Brasil e do mundo, auxiliando na abertura de caminhos, em escolhas pessoais e em processos de transformação espiritual.

Além disso, o sacerdote destaca que o aprendizado por meio do curso Oráculo de Exu 4+1 é um passo importante para quem deseja trabalhar com as entidades da Quimbanda de forma consciente e profunda: “Não basta ter a ferramenta, é preciso se tornar digno de usá-la”, conclui.

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