Novo trabalho reúne sete faixas inéditas e marca mudança na carreira do artista nascido em Hidrolina
Foi na pequena cidade de Hidrolina, interior do estado de Goiás, que o cantor Bento despertou seu amor pela música. Como tantas crianças nascidas neste estado, teve seu sono e despertar embalados pelas modas de viola e canções apaixonadas das duplas de irmãos famosos dos anos 1990. Hoje, aos 31 anos de idade, ele renova sua performance como artista e grava seu segundo DVD, “Sentimentos”, com participações mais que especiais de Luiza Martins, e de João Bosco e Gabriel, na próxima terça-feira, 12/12, na Moon, em um evento exclusivo para convidados em Goiânia.
O novo trabalho terá sete faixas, sendo seis inéditas. Uma delas, composição do próprio Bento. “Sentimentos” traz uma seleção de hits modernos que representam a geração do jovem artista que preza pela originalidade de quem acredita que é sempre possível inovar. “Uma das coisas que eu sinto falta nesse nosso momento contemporâneo da música, é ouvir uma canção e saber imediatamente de quem é aquela voz. Se ouvirmos Zezé Di Camargo e Daniel, por exemplo, sabemos que são eles” pontua Bento.
É com saudosismo e respeito que ele fala desses artistas, assim como Cristyan e Ralf, Leandro e Leonardo e Chitãozinho e Xororó. “Minha lembrança mais intensa de como a música entrou na minha vida é das madrugadas que meu pai saia para trabalhar na fazenda e deixava o rádio ligado para fazer companhia para eu e meus irmãos que tínhamos medo do escuro”, relembra.
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Romântico assumido, Bento diz que suas músicas trazem a temática do amor como eixo central com um misto de diversão. É o caso de “Na sua Casa ou na Minha, interpretada junto com Luiza. “Eu gosto muito da inversão de ordem dessa canção, que traz uma abertura impactante e refrão mais baixo. Isso deu o toque original que eu procuro. Entre as baladas, destaque também para “Segura o Deboche”, “Recuperação Lenta” e “O Boteco Tem Ouvido”.
Desde a adolescência Bento busca viver de música. Gravou um CD em 2014 chamado “Vou Morar Na Lua”, quando deu seus primeiros passos para sua profissionalização. Com 11 faixas, esse trabalho contém, inclusive, composições de Marilia Mendonça e Maiara. Nesta época ainda assinava o sobrenome Rossine, que ele deixa agora nessa nova etapa de sua carreira.
Em 2020, ainda durante o período pandêmico, Bento gravou seu primeiro DVD. A época difícil quase fez o artista desistir, mas o sonho latente falou mais alto. Depois de uma temporada de volta a Hidrolina e de se dedicar aos estudos da faculdade de direito, ele se considera mais maduro e preparado para o mercado.
Não por acaso, o momento também traz mudanças na sua gestão de imagem com a participação da estrategista de carreira Maris Tavares, CEO da Officina de Estrelas, e responsável por contribuir com carreiras de nomes como Cristiano Araújo, Zezé Di Camargo, Murilo Huff, Felipe Araujo, Joelma, Hungria entre outros artistas de renome nacional. “Eu conheci o Bento há sete anos mas só agora conseguimos trabalhar juntos e claro que isso tem um toque divino. Esse talento merece atenção”, diz Maris.
Direção Geral: Rafael Vanucci Produção Musical: Kennedy Silva
O Capital Inicial retoma sua veia autoral com “Movimento”, EP que chega às plataformas de música digital pela Sony Music, e marca um novo ciclo na trajetória de uma das bandas mais importantes do rock brasileiro. O projeto nasce na reta final de um dos anos mais grandiosos do grupo, coroado pela turnê sold-out “Acústico 25 Anos”, com mais de 500 mil pessoas presentes, e pela apresentação no festival The Town, no Palco Skyline — o mesmo que recebeu nomes como Green Day e Bruce Dickinson. Ouça aqui!
Com seis faixas, “Movimento” é um trabalho que revisita as origens punk rock do Capital Inicial, mas com uma abordagem contemporânea, vigorosa e inquieta. A produção, assinada por nomes como Douglas Moda (Luísa Sonza) e Marcelinho Ferraz (Charlie Brown Jr.), reforça pontes entre gerações e linguagens do rock, incluindo colaborações de Thiago Castanho e Kiko Zambianchi – este último eternizado na história da banda pelo clássico “Primeiros Erros”.
Mesmo após quatro décadas de estrada, o Capital segue em plena forma criativa e em diálogo constante com novos públicos — prova disso são os bilhões de streams acumulados, a presença nos maiores festivais do país e a volta de “Primeiros Erros” ao Top 200 do Spotify Brasil em 2025.
“Acredito que o Capital chegou tão longe justamente por sempre olhar para o futuro, por sempre procurar contribuições novas, produtores novos, por sempre estar pensando no passo seguinte a ser dado. Foi com isso na cabeça que procuramos o Douglas Moda e o Marcelinho Ferraz. Queríamos um disco que apontasse novas direções, no entanto sem perder nossa essência, nossa identidade. Esse equilíbrio nem sempre é um feito fácil de se alcançar, principalmente para uma banda veterana como o Capital. Mas acredito que conseguimos. O Capital está ali, mas um pouco diferente”, diz Dinho Ouro Preto.
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O EP apresenta cinco faixas que traduzem diferentes nuances desta nova fase do Capital Inicial. “Você Me Ama de Verdade”, primeiro single do projeto, inaugura o trabalho com uma sonoridade que combina guitarras elétricas, batidas programadas e uma pulsação moderna para falar sobre o amor intenso e ambíguo — ora romântico, ora carregado de desejo. A faixa evidencia um Capital contemporâneo, conectado ao novo rock sem perder sua identidade marcante, e chegou, no dia 6 de novembro, acompanhada de um clipe oficial dirigido por Bernardo Perpettuo, que traduz visualmente a estética vibrante e urbana dessa nova etapa. Assista o clipe de “Você Me Ama de Verdade”.
Na sequência, o EP apresenta “Mistério”, faixa foco deste lançamento e parceria com Thiago Castanho, que adiciona peso e profundidade ao projeto. Com riffs tensos e atmosfera densa, a música explora zonas mais sombrias da emoção humana e revela um Capital visceral, guiado pela força das guitarras e por um groove característico, em um encontro musical que conecta gerações do rock brasileiro. Assista ao clipe de “Mistério”
Já “Liga Pra Mim” traz a banda em sua forma mais espontânea: uma canção direta, urgente e melódica, que equilibra energia e tons confessionais em uma estética que remete ao rock alternativo dos anos 2000, agora renovado. É um dos momentos mais luminosos do EP e reafirma a habilidade do Capital em criar faixas de conexão imediata com o público.
O quarto momento do projeto é “Cores de Maio”, colaboração com Kiko Zambianchi. Aqui, a parceria renasce em uma música sensível, poética e melódica, com nuances de pop rock e uma atmosfera climática que cria um elo emocional entre passado e presente, revelando novas camadas da identidade musical da banda.
Já “Sentido do Fim” apresenta um Capital reflexivo e intenso, em uma faixa que combina força instrumental e lirismo para abordar despedidas, renovações e ciclos inevitáveis — temas que ecoam diretamente a transição vivida pela banda após o grande ciclo comemorativo do “Acústico 25 Anos”. O resultado aprofunda e arremata a jornada emocional proposta pelo projeto. Para finalizar o EP, a banda traz ainda uma versão remix, produzida por Doom Mix, de “Você Me Ama de Verdade”.
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“É revigorante poder se arriscar por caminhos novos e parcerias inéditas. Acho que o Douglas e o Marcelinho trouxeram ao Capital um tempero, um sotaque distinto sem que perdêssemos nossa personalidade. O EP “Movimento” é um disco com um pouco de tudo: guitarras distorcidas, violões, sintetizadores e até cordas. O que une essa variedade sonora é uma produção que nos conduziu rumo a um EP cujo título, “Movimento”, não poderia traduzir melhor o que queríamos dizer aos nossos fãs. Nós nunca estamos parados. Queremos nos arriscar. Nós acreditamos que seja possível experimentar e lançar sonoridades inesperadas enquanto nos divertimos – tanto nós, quanto nossos fãs”, completa Dinho.
Formado em Brasília, em 1982, por Fê Lemos, Flávio Lemos, Dinho Ouro Preto e, mais tarde, Yves Passarel, o Capital Inicial construiu uma carreira marcada por grandes sucessos, turnês históricas, milhões de fãs e presença constante no topo do rock brasileiro. O grupo coleciona indicações ao Latin Grammy, passagens por dez edições do Rock in Rio, prêmios, discos icônicos e um repertório que atravessa gerações.
Depois de revisitar sua história com a monumental turnê comemorativa do Acústico 25 Anos, a banda agora olha para frente — e “Movimento” é o reflexo direto desse impulso: um Capital fiel às suas origens, mas em constante transformação.
A Banda Cucamonga acaba de disponibilizar nas plataformas digitais seu novo álbum, “Jazz Dixieland com Sotaque Tupiniquim”, um trabalho que celebra a fusão entre o jazz tradicional de New Orleans e a pulsante diversidade rítmica brasileira. O resultado é um disco vibrante, espontâneo e cheio de personalidade, onde improviso, humor e brasilidade se encontram em uma sonoridade festiva e contagiante.
O lançamento chega logo após o grupo concluir uma extensa turnê pelo estado de São Paulo, onde apresentou o repertório do novo álbum em ruas, teatros, festivais e espaços culturais. Agora, embalados pela recepção calorosa do público paulista, os músicos se preparam para levar o projeto a outras regiões do país, expandindo a festa sonora da Cucamonga para novos palcos e cidades.
Com trompete, clarinete, sousafone, banjo e washboard – a clássica tábua de lavar transformada em instrumento de percussão –, o grupo recria o clima das bandas de rua norte-americanas e o entrelaça com referências da cultura popular do Brasil. O resultado é um álbum que diverte, emociona e surpreende, uma verdadeira festa onde o jazz de raiz ganha novas roupagens com gingado brasileiro, onde a liberdade do improviso se encontra com a vibração das festas populares brasileiras.
Fiel ao espírito coletivo que define sua trajetória, a banda optou por um processo totalmente intuitivo: todas as músicas foram criadas no momento, sem partituras, reforçando a natureza livre e orgânica do projeto. O nome Cucamonga, inspirado em uma gíria inventada para expressar instantes de iluminação criativa (tipo “Eureka”), sintetiza a essência do álbum — ousadia, espontaneidade e irreverência.
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REPERTÓRIO (faixas autorais e inéditas)
Corjass
Corda Bamba
Brues com R
Oito, 4 ou meia
Dona SIriema
Melgreen
Chegança
Gui
Mr. Guga
Tupiniquim
Faixas Bônus:
Circus
St. Inês
FICHA TÉCNICA
Produção musical: Banda Cucamonga Composição e Arranjos: Banda Cucamonga Direção Artística: Banda Cucamonga Gravação e Mixagem: Adonias Jr. – Estúdio Arsis Masterização: Adonias Jr. – Estúdio Arsis Coordenação de Produção: João Gomes de Sá e Banda Cucamonga Design Gráfico / Capa: Raro de Oliveira Fotografia: José de Holanda Banda Cucamonga Trompete – Mesaac Brito Clarinete – Marcos Lúcio Banjo – Fernando Thomé Tuba/ Souzafone – José Renato Washboard: Ricardo Reis Letras – João Gomes de Sá Coro de vozes – Banda Cucamonga
O Estúdio Mandurí lança oficialmente no dia 25 de novembro o programa Sem Filtro, uma série musical inédita no YouTube que apresenta shows ao vivo de artistas da cena contemporânea, como Fernanda Porto, Ellen Oléria, João Ventura e Voraz, entre muitos outros. A cada semana, até 14 de abril de 2026, o público terá acesso a um novo episódio, sempre repleto de música orgânica, performances intensas e momentos de pura verdade artística, de todos os gêneros.
Nascido como um manifesto pela autenticidade, o Sem Filtro resgata a essência da arte ao vivo: música feita no momento, sem maquiagem, sem cortes, sem edição estética. É música que pulsa, e que chega ao público exatamente como nasceu. Cada acorde é real. Cada voz carrega uma história. Cada troca entre artista e plateia é única. O programa acredita que não é sobre perfeição, mas sobre conexão. Não se trata de números, mas de verdade.
Gravado no coração de São Paulo, no Estúdio Mandurí, cada episódio tem cerca de 30 minutos e apresenta o artista em um ambiente intimista, diante de uma plateia reduzida e participativa, mais próxima do palco, das emoções e dos bastidores do que em qualquer experiência tradicional.
Para Beto Neves, idealizador do Sem Filtro, “os artistas independentes, por falta de recursos, tempo ou estrutura, têm dificuldade em produzir um material de qualidade para a difusão de seu trabalho. Sentia que depois de tantos anos trabalhando com músicos de grande projeção nacional ou internacional, eu poderia investir numa primeira temporada como uma forma de ajudar a classe musical”. E completa, “após gravar os 21 artistas da primeira temporada, eu espero conseguir parceiros que entendam, como eu, a necessidade de contribuir para que o projeto continue e dê chance para artistas de todas as gerações, na produção de material de divulgação.”.
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Um grande diferencial do Sem Filtro é o host invisível: uma figura que conversa com o artista apenas pelo ouvido, gerando momentos espontâneos, respostas inesperadas e uma dinâmica profundamente humana. É um diálogo livre, sem roteiro rígido, apenas a verdade de quem está ali criando música ao vivo. Esse formato dialoga com o clássico Programa Ensaio, de Fernando Faro, mas com linguagem atualizada para os novos públicos, as novas telas e a cultura multiplataforma.
O Sem Filtro é palco, estúdio, experiência e conteúdo premium ao mesmo tempo. Além de uma apresentação ao vivo com infraestrutura profissional, o artista receberá um registro audiovisual de alta qualidade e conteúdo adaptado às redes sociais e plataformas digitais.
A EQUIPE QUE DÁ VIDA A ESSE PROJETO
O programa é idealizado e dirigido por Beto Neves, um dos mais respeitados engenheiros de áudio da América Latina, com mais de 30 anos de carreira, três prêmios Grammy Latino e 23 indicações. Conhecido por sua sensibilidade artística e domínio técnico, cada episódio é transformado em uma experiência sonora imersiva. Ao seu lado está Rafael Angerami, engenheiro de áudio e produtor musical formado pela JMC Academy (Sydney), com experiência em projetos de Tiago Iorc, Criolo e Ivete Sangalo. Além da dupla, a produção do Sem Filtro é executada pela equipe da Mandurí.
FICHA TÉCNICA:
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Idealização e direção: Beto Neves Engenheiro de áudio: Rafael Angerami Produção: equipe Selo Mandurí Gravado e editado no Estúdio Mandurí
Os 10 primeiros episódios: 1: Voraz 25/11/25 2: Brolo 02/12/25 3: Aline Marco 09/12/25 4: Baile da Massa 16/12/25 5: Tulio Dairel 23/12/25 6: Ivor 30/12/25 7: Em Brazza 06/01/26 8: Fernanda Porto 13/01/26 9: Léo 20/01/26 10: Maria Flor 27/01/26