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Apresentadora Ana Leite fala sobre gravação de programa na Bahia

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Com pouco mais de 168 mil habitantes e muito conhecido por suas barracas de praia, Porto Seguro também é uma fonte de riqueza histórica. Embora alguns historiadores ainda debatam sobre o local preciso, foi em Porto Seguro que os portugueses ancoraram no Brasil em 1500, fazendo da Cidade Alta de Porto Seguro  um dos primeiros núcleos habitacionais de origem portuguesa do Brasil. Hoje em dia esse vilarejo é um patrimônio histórico do país.

Um dos seus pontos turísticos é o Marco do Descobrimento, monumento que marcou os primeiros anos da colonização portuguesa. A Matriz de Nossa Senhora da Pena é outro ponto importante dessa época: nela estão guardadas imagens sacras dos séculos XVI e XVII, como São Francisco de Assis, primeira imagem religiosa trazida de Portugal para o Brasil, e da própria Nossa Senhora da Pena, padroeira da cidade.

É claro que grande parte dos turistas foca nas praias e no agito do local para escolher essa região do sul da Bahia como destino de viagem, já que a estância turística possui 90 quilômetros de praias tropicais. A Praia de Taberapuãn é a mais conhecida, mas outras como Mutá, Coroa Vermelha, Espelho, Jacumã e Taípe oferecem opções para todos os tipos de gostos.

Ana Leite, apresentadora do programa “Sextou com Ana Leite”, da TV Balneário Camboriú e YouTube, esteve na cidade e gravou diversas entrevistas para o seu público. Mas diferentemente do que muitos artistas fazem em seus conteúdos, Ana buscou ressaltar não só as belezas e riquezas históricas do lugar, como as pessoas que realmente fazem a cidade acontecer. Ou seja, garçons, vendedores, ambulantes, atendentes e até os turistas mostraram ao público do programa o que, de fato, é o dia a dia por lá.

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“A ideia é mostrar Porto Seguro em sua totalidade, com um pessoal lindo e que realmente dá gosto de conhecer. Todo mundo tem uma história interessante, com uma rotina que vale a pena de ser mostrada, além de todo o axé, uma energia muito boa, e foi isso que buscamos passar para os telespectadores”, conta Ana.

Costumes e opiniões: conversas com pessoas “reais”

Um desses casos foi a vendedora Help, que contou os nomes dos drinks durante o bate-papo. “Além do tradicional Capeta, temos o Beijo na Boca, Lua-de-Mel, Amor de Verão, que são perfeitos. E para quem não gosta de leite condensado, temos um que não vai esse ingrediente, mas vai pitaia, seriguela, maracujá e limão, que é esse Amor de Verão, além do Caipi Cacau, que vai dentro do cacau. São muito procurados”, explicou. A Passarela do Álcool, onde foram gravadas diversas entrevistas, é um dos pontos turísticos do local e muito procurada durante à noite. Além de diversas barracas de bebidas na rua, os turistas também têm por ali restaurantes, lojas, bares e feirinhas de artesanatos.

A apresentadora aproveitou a conversa com alguns visitantes de Porto Seguro para revelar segredos de como fazer um relacionamento se tornar duradouro, usando a decoração de “barraca do beijo” de um estabelecimento como pretexto. Tereza e Luís, de 60 e 62 anos, casados há 40 anos, foi um dos casais que falou sobre relações longínquas. “Alguns dos segredos são paciência, cumplicidade, saber tolerar as diferenças, sair da mesmice todos os dias e viajar bastante. Nunca fizemos bolsa ou mala depois de uma discussão, buscamos resolver nossas brigas entre nós mesmos, nem envolvemos nossos filhos”, contaram.

Para Ana Leite, é muito válido mostrar a diversidade do Brasil em seu programa, que embora seja gravado grande parte do ano em lugares de Balneário Camboriú (SC), busca diversificar os locais de gravação para realçar as peculiaridades do país. “Essa pluralidade brasileira é muito rica. Nosso programa leva para as pessoas entretenimento, música, espiritualidade e diversos outros assuntos de um jeito nosso, com a cara do Brasil. A Bahia é encantadora e, com certeza, ter levado um pouco dessa cultura para os telespectadores foi uma experiência maravilhosa”, finaliza.

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Mistério na areia: mulher é flagrada de biquíni e máscara em praia de Santa Catarina

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Uma cena inusitada chamou a atenção nesta quinta-feira (21) na praia dos Ingleses, uma das mais movimentadas de Santa Catarina. Uma mulher desconhecida surgiu usando apenas um biquíni fio dental e uma máscara preta cobrindo boa parte do rosto.

A mulher chegou acompanhada, estacionou o carro discretamente, fez uma troca rápida de roupa no próprio veículo e, em seguida, e se esticou na areia. Durante duas horas, tomou sol, pediu bebidas em barraca próxima, entrou no mar e manteve a postura de quem parecia não se importar com os olhares curiosos.

O detalhe que mais intrigou os frequentadores foi a combinação ousada: corpo à mostra e rosto coberto. Por ali, donos de barracas disseram que ela é vista sempre. A mulher deixou a praia sem pressa e foi embora como se nada tivesse acontecido.

Nas redes sociais, já circularam fotos de uma mulher parecida, com a mesma máscara, mas em um supermercado e farmácia. Não se sabe se é alguma famosa se disfarçando ou apenas alguém que quer aproveitar a praia sem ser reconhecida.

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Fotos: Adilson Tapi / Ag. ExplodiuBR

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Carioca Luiza Repsold França ganha destaque na equipe curatorial de importantes exposições nos Estados Unidos

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A arte brasileira está cada vez mais valorizada internacionalmente, com grandes mostras em museus e galerias em países europeus e nos Estados Unidos. Em paralelo, uma nova geração de curadores também vem se destacando em grandes instituições norte-americanas, conquistando posições em conceituadas instituições. 

Entre esses profissionais está a carioca Luiza Repsold França. Graduada em História da Arte pela Universidade da Pensilvânia e Mestre em História da Arte pelo Williams College e The Clark Art Institute, Luiza tem uma extensa pesquisa sobre o papel da costura nas obras têxteis dos artistas brasileiros Arthur Bispo do Rosário, Rosana Paulino e Sonia Gomes. Além de realizar projetos curatoriais com grandes nomes da cena contemporânea global, seu olhar para a história da arte é voltado para o Brasil e América Latina, como foco na valorização de artistas e narrativas historicamente marginalizadas, em especial a importância histórica da preservação e transmissão de conhecimento por meio do manual. 

Atuando na equipe de curadores do Philadelphia Museum of Art, um dos mais importantes museus dos Estados Unidos, seu mais recente trabalho é a mostra “Pauline Boudry/Renate Lorenz: Moving Backwards”, uma instalação de vídeo imersiva que combina dança urbana e coreografia moderna com a cultura underground queer e táticas de guerrilha. Está em visitação no Museu até 29 de setembro.

Luiza também é co-curadora de uma instalação monumental do artista ganês El Anatsui, composta por mais de 200 elementos suspensos, feitos a partir de lacres de alumínio reciclados. A obra aborda temas como o comércio global, identidades pós-coloniais e os impactos do consumo excessivo sobre o meio ambiente. 

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Seu currículo no mundo da arte impressiona para uma profissional tão jovem, com passagens pelos El Museo del Barrio e Cooper Hewitt Smithsonian Design Museum, ambos em Nova Iorque, e Museu de Arte do Rio – MAR. 

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Luísa Locher fala sobre o Dia do Ator: “É um ofício que exige entrega, escuta, coragem e um estudo constante”

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No 19 de agosto comemora-se o Dia do Ator, data importante para entender a relevância da arte e da cultura no país e no mundo. A atriz Luísa Locher avalia seu compromisso com a arte de interpretar. Com uma trajetória marcada pela dedicação, sensibilidade e versatilidade, Luísa relembra o impacto da atuação em sua história e na construção de narrativas que inspiram, emocionam e transformam o público.

Para ela, o Dia do Ator é todos os dias, porque é uma escolha que se faz diariamente, porém essa data é um lembrete do porquê ela escolheu essa profissão. “É um ofício que exige entrega, escuta, coragem e um estudo constante. É emprestar meu corpo e minha voz, estudar a vida, as experiências e ter a honra de viver várias vidas dentro de uma, é também romper silêncios e dar nome a tantas histórias e ao que tantas vezes foi apagado. Atuação é uma arte milenar, temos que ter consciência da grandeza desse legado”, reflete. 

Natural de São Carlos (SP), Luísa descobriu sua paixão pela arte ainda na infância e, desde então, vem acumulando experiências nos palcos e nas telas, transitando entre o teatro, o audiovisual e a direção. 

Presença feminina

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Em sua visão, ser mulher no audiovisual hoje é fazer parte de uma geração que está reescrevendo as regras do jogo, criando redes de apoio, ocupando espaços de liderança e inspirando outras mulheres a fazerem o mesmo. “Apesar dos avanços conquistados nas últimas décadas, ainda enfrentamos uma indústria marcada por desigualdades de gênero, tanto em frente como atrás das câmeras. Na atuação, os estereótipos de gênero ainda limitam muitos personagens femininos. A hipersexualização, a ausência de protagonismo complexo ou a recorrente figura da mulher como suporte emocional do protagonista masculino ainda são padrões que se repetem. Felizmente, isso vem sendo desafiado por criadoras e criadores que entendem o poder da narrativa”, afirma. 

Luísa acompanhou muitas mudanças nos últimos anos e uma maior presença das mulheres no audiovisual, por isso ela comenta que, quando iniciou, já era perceptível uma movimentação de mulheres buscando ocupar mais espaços, mas que na prática, ainda era visível o quanto a estrutura da indústria era, e em muitos casos ainda é, dominada por homens, especialmente em cargos de direção, roteiro, fotografia e liderança de equipe. “Com o tempo, fui testemunhando uma mudança visível: hoje vejo mulheres atuando com protagonismo em todas as frentes, dirigindo, escrevendo, operando câmeras, liderando equipes, tomando decisões artísticas e estratégicas. Há um desejo genuíno de construir um audiovisual mais inclusivo, diverso e principalmente justo”, aponta.

No que diz respeito à arte de contribuir para transformar a forma como a sociedade vê as mulheres, a atriz acredita que a arte tem o poder de transformar percepções, questionar padrões e abrir espaços. Além disso, ela enxerga as artes como uma ferramenta essencial para romper estereótipos, revelar verdades invisibilizadas e ampliar o olhar coletivo. “Durante muito tempo, as mulheres foram retratadas através do olhar de outros. Mas quando nós mesmas escrevemos, dirigimos, atuamos e criamos, mostramos camadas que por muitas vezes eram ignoradas”, observa.

Influências da carreira

Nesta data especial, Luísa também diz quais são suas referências na dramaturgia que a inspiram: “Viola Davis, pela força visceral. Ela tem uma presença que atravessa, que não pede permissão para existir em cena. Meryl Streep, pela versatilidade e inteligência com que constrói suas personagens é uma atriz de pesquisa e escuta profunda. Fernanda Montenegro é uma referência viva de dignidade artística. Ela representa não só o talento, mas o compromisso com a arte como linguagem de pensamento e sensibilidade. Ouvi-la falar sobre teatro é, por si só, uma aula sobre o valor da cultura. Alessandra Maestrini, além de ser uma potência vocal e cênica, me toca profundamente pela inteligência emocional e artística com que conduz suas escolhas. Ela transita entre o drama e o humor com rara elegância, sempre com alma e presença”, confessa.

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Luísa ainda dá um conselho para mulheres que desejam atuar e criar suas próprias obras: “Não espere que te deem permissão para existir artisticamente. Se você sente o chamado, honre isso. Estude, pesquise, e principalmente: não se diminua diante do processo. Criar dá medo, claro. Mas é justamente nesse medo que mora a força de quem se arrisca. Como atriz e criadora, aprendi que atuar é emprestar o corpo e a voz, mas criar é emprestar a alma. E você pode – e deve – fazer os dois”, finaliza.

Atualmente, além dos projetos como atriz, Luísa também tem explorado sua veia artística em outras áreas e reforça sobre a importância de expandir seu olhar para além da atuação. O reconhecimento de seu trabalho é fruto de uma trajetória construída com propósito, verdade e respeito pela arte.

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